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Estado de Minas PEQUENO ALÍVIO

Ocupação dos leitos de UTI atinge o menor nível desde 26 de fevereiro em BH

Ainda assim, taxa de uso das unidades para pacientes com COVID-19 continua na zona crítica da escala de risco, acima dos 70%


14/06/2021 19:07 - atualizado 14/06/2021 19:29

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Leitos no Hospital Júlia Kubitschek, na Região do Barreiro, em BH: apesar de queda, situação ainda é crítica(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press - 21/01/2021)
Leitos no Hospital Júlia Kubitschek, na Região do Barreiro, em BH: apesar de queda, situação ainda é crítica (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press - 21/01/2021)
A taxa de ocupação dos leitos de UTI para pacientes com COVID-19 atingiu nesta segunda-feira (14/6) seu menor nível desde 26 de fevereiro em Belo Horizonte. O indicador caiu de 76,7% para 73,4% e manteve a tendência de queda dos boletins recentes.

 

 

 

Ainda assim, o dado continua acima dos 70%, portanto dentro da zona crítica da escala de risco. Isso acontece justamente desde 26 de fevereiro – 74 levantamentos oficiais em sequência.

 

 

 

A queda na ocupação das camas de UTI foi puxada pelos hospitais públicos, onde a taxa caiu de 83,8% para 77,7%. Na rede privada, o percentual é o mesmo do boletim de sexta (11/6): 68%.

 

Atual situação da pandemia em Belo Horizonte(foto: Janey Costa/EM/D.A Press)
Atual situação da pandemia em Belo Horizonte (foto: Janey Costa/EM/D.A Press)
 

 

Os outros dois indicadores da pandemia também caíram na capital mineira.

 

A taxa de uso das camas de enfermaria diminuiu de 56,8% para 55,2%. Assim, continua fase intermediária, entre 50 e 70 pontos percentuais.

 

Já a transmissão do novo coronavírus está em 0,94, menor que o 0,96 constatado no balanço anterior. Assim, o indicador está no estágio de controle, abaixo de 1.

 

 

 

No atual cenário, 94 pessoas se tornam vítimas do Sars-Cov-2, em média, a cada 100 infectados em Belo Horizonte.

 

Casos e mortes

 

BH chegou a 222.386 diagnósticos de COVID-19 nesta segunda: 5.406 mortes, 6.703 pacientes em acompanhamento e 210.277 recuperados.

 

Em relação ao informe anterior, o número total de óbitos cresceu em 34. Nem todos, porém, aconteceram, necessariamente, desde sexta, já que o processo de confirmação ou não de uma morte por COVID-19 leva um tempo indeterminado.

 

Na capital mineira, 90,1% das vidas perdidas são de pessoas com algum fator de risco, como idade superior aos 60 anos, obesidade, cardiopatia, diabetes etc.

 

São 253 pessoas sem comorbidades que morreram. Entre elas, está uma adolescente entre 15 e 19 anos.

 

Quanto às regionais, a Noroeste é aquela com mais mortes: 699, 39 a mais que a Nordeste. Depois, aparecem Barreiro (653), Oeste (624), Centro-Sul (591), Venda Nova (574), Leste (568), Pampulha (501) e Norte (464). Há, ainda, 38 vidas perdidas ainda sem geolocalização.

 

Vacinação

 

Belo Horizonte vacinou 987.804 pessoas contra a COVID-19 com a primeira dose até esta segunda. Outras 410.027 receberam a segunda.

 

Portanto, a capital mineira vacinou 48,5% do seu público-alvo com a primeira injeção. Por outro lado, 20,1% desse mesmo contingente completou o esquema vacinal.

 

Segundo números da prefeitura, 58.989 profissionais da educação tomaram a primeira dose do imunizante.

 

Além deles, 184.676 trabalhadores da saúde, 17.115 servidores da segurança pública, 463.615 idosos acima de 60 anos e 184.034 pessoas do grupo de risco, gestantes e puérperas receberam a injeção.

 

A população entre 55 e 59, que começou a receber a proteção nesta semana, representa 53.088 dos vacinados. Outros grupos, como os garis e os motoristas de ônibus, receberam 26.287 injeções de primeira dose.

 

A cidade recebeu 1.795.095 imunizantes para se proteger da COVID-19 até este boletim: 808.565 da CoronaVac (Sinovac/Butantan), 814.46 da AstraZeneca (Oxford/Fiocruz) e 172.104 da Comirnaty (Pfizer).


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