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Estado de Minas 'OPERAÇÃO BANCÁRIO'

Operação da PF em Minas investiga desvio de dinheiro na Caixa Econômica

Mandados são cumpridos em Pouso Alegre e Ouro Fino, Sul de Minas. Empregado do banco teria desviado valores por meio de falsos empréstimos, entre 2016 e 2017


01/06/2021 09:49 - atualizado 01/06/2021 10:16

Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Pouso Alegre e Ouro Fino, Sul de Minas(foto: reprodução Polícia Federal)
Mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em Pouso Alegre e Ouro Fino, Sul de Minas (foto: reprodução Polícia Federal)
A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (1/6), uma operação que apura desvios de dinheiro da Caixa Econômica Federal. A Operação “PRAEFECTUS” (bancário em latim), apura crimes de peculato, cometido por funcionário do banco, desviando valores do banco estatal, com inserção de dados falsos em sistema de informações e associação criminosa.

 

“A investigação detectou que, durante 2016 e 2017, empregado da Caixa Econômica Federal que ocupou cargo de gerência em agências da região Sul de Minas Gerais teria, com o auxílio de pessoas estranhas aos quadros do banco público, criado 23 falsos empréstimos em nome de correntistas, à revelia destes”, informa a PF.

 

Ainda de acordo com a Polícia Federal, em alguns casos, os empréstimos fraudulentos se destinavam à compra de veículos, que foram registrados em nome de terceiros.

 

O principal investigado na operação teria desviado cerca de R$ 100 mil do banco estatal. Segundo a investigação, tudo feito por meio da elaboração de documentos com dados falsos e inserção de informações em sistemas privativos da Caixa.

 

A Polícia Federal representou por dois mandados judiciais de busca e apreensão, expedidos pela Subseção Judiciária Federal em Pouso Alegre/MG e cumpridos nas cidades mineiras de Pouso Alegre e Ouro Fino.

 

Os suspeitos estão sendo investigados pelos crimes de peculato na modalidade desvio, inserção de dados falsos em sistema de informações e associação criminosa, com penas que, somadas, podem chegar a 27 anos de reclusão.

 

A operação está em andamento e uma coletiva será dada em Varginha, na sede regional da Polícia Federal, ainda no final da manhã desta terça (1/6).


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