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Estado de Minas VACINÔMETRO

Em BH, 141 mil pessoas estão vacinadas contra a COVID-19

Número corresponde a cerca de 5% da população da capital mineira. Menos de 3% dos belo-horizontinos receberam a segunda dose


09/03/2021 19:24 - atualizado 09/03/2021 19:41

CoronaVac é a vacina mais aplicada em Belo Horizonte. Doses vêm do Instituto Butantan, em São Paulo(foto: Juan Barreto/AFP)
CoronaVac é a vacina mais aplicada em Belo Horizonte. Doses vêm do Instituto Butantan, em São Paulo (foto: Juan Barreto/AFP)

A Prefeitura de Belo Horizonte (PBH) informou que vacinou 141.702 pessoas contra a COVID-19 até esta terça-feira (9/3). Conforme boletim epidemiológico e assistencial da PBH, 72.606 moradores da capital receberam a segunda dose do imunizante e estão totalmente protegidos do novo coronavírus.

 

Em comparação ao boletim anterior, mais 7.072 pessoas foram vacinadas na cidade nas últimas 24 horas. No mesmo intervalo de tempo, 2.810 receberam a segunda aplicação.

 

Até esta terça, BH recebeu 330.520 vacinas contra a COVID-19: 256.520 ampolas CoronaVac (Sinovac Biotech/Instituto Butantan) e 74 mil da AstraZeneca (Universidade de Oxford/Fiocruz).

 

De acordo com a prefeitura, 6.314 profissionais e moradores de residências inclusivas, asilos públicos e do Serviço Residencial Terapêutico (SRT) receberam doses da AstraZeneca. Eles devem receber a segunda vacina em maio.

 

Além disso, 80.579 trabalhadores da saúde e 54.809 idosos acima de 80 anos foram imunizados. Respectivamente, 62.512 e 10.094 tomaram a segunda vacina.

 

 

Vacinação lenta


Conforme estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Belo Horizonte tem 2.521.564 habitantes. Portanto, 5,62% da população da capital recebeu pelo menos a primeira dose.

 

 

Ao mesmo tempo, 2,87% dos habitantes receberam a segunda dose.

Na edição dessa segunda (8/3), o Estado de Minas mostrou que a lentidão da vacinação foi o principal fator para que a cidade restringisse novamente a atividade comercial nessa sexta-feira (5/3).

 

“O primeiro (fator) é a escassez de vacina, pelo fato de o governo federal não ter contratado de fabricantes no ano passado”, afirmou o infectologista Geraldo Cunha Cury, da UFMG.


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