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Estado de Minas PANDEMIA

Comércio vê chegada de vacinas como esperança para reabertura, diz CDL-BH

Em contrapartida, setor ainda aguarda auxílio do poder público para recuperação, pois entende que segmento foi um dos mais sacrificados


19/01/2021 16:16 - atualizado 19/01/2021 16:51

Comércio vê chegada de vacinas como esperança para a reabertura(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
Comércio vê chegada de vacinas como esperança para a reabertura (foto: Jair Amaral/EM/D.A Press)
De portas fechadas pela terceira vez durante a pandemia de COVID-19, o comércio de Belo Horizonte vê a chegada das 577.680 doses da vacina contra o novo coronavírus com alívio e esperança de dias melhores. Em contrapartida, o setor ainda aguarda auxílio do poder público para recuperação, pois entende ter sido um dos mais sacrificados.

“A vacinação em massa da população conseguirá garantir um retorno seguro ao trabalho e ajudar na retomada do crescimento. Mas a imunização é um processo demorado, e os setores de comércio e serviços, em especial, necessitam do apoio do poder público em todos os níveis, municipal, estadual e federal”, disse o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH), Marcelo Souza e Silva.

Segundo Marcelo, o comércio “tem enfrentado a maior quarentena do mundo” e ainda aguarda, em especial da prefeitura da capital de Minas, um plano emergencial de recuperação.

“Nosso objetivo é preservar a vida humana e econômica da cidade, que tem no comércio o equivalente a 72% de seu PIB. Precisamos que o setor público ofereça soluções para que a atividade econômica não seja ainda mais prejudicada”, disse o presidente da CDL-BH.

Reabertura do comércio

Para Marcelo, outro fator decisivo para a retomada da economia é a reabertura do comércio. 

Segundo ele, para que as lojas possam voltar a funcionar de portas abertas, as entidades que representam o segmento solicitaram à Prefeitura de Belo Horizonte mais ações em conjunto, poder público e sociedade civil organizada, de conscientização de prevenção à COVID-19.

“Todas as entidades estão dispostas a colaborar com iniciativas para conter o avanço da doença”, assegurou. 
 
*Estagiária sob supervisão da subeditora Kelen Cristina
 


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