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Estado de Minas FRAUDE EM MINAS

Seis são presos em Sete Lagoas acusados de fraudar o auxílio emergencial

Investigação mostra que quadrilha teria realizado pelo menos 3 mil ligações para a Caixa Econômica solicitando o benefício em nome de terceiros


19/01/2021 11:19 - atualizado 19/01/2021 11:37

Mais de 30 policiais cumpriram nove mandados de prisão logo no início desta manhã(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Mais de 30 policiais cumpriram nove mandados de prisão logo no início desta manhã (foto: Polícia Civil/Divulgação)
A segunda fase da Operação Loki, promovida nesta terça-feira (19/01) pela Polícia Civil em Sete Lagoas, cidade localizada na Região Metropolitana de Belo Horizonte, prendeu seis pessoas acusadas de integrar uma quadrilha envolvida em crimes de estelionato e falsificação de documentos. No raiar do dia, 33 policiais em 10 viaturas cumpriram nove mandados de prisão e cinco de busca e apreensão em vários endereços no município.

O grupo criminoso é acusado de se aproveitar da pandemia de COVID-19 e realizar diversos saques fraudulentos de Auxílio Emergencial e FGTS emergencial em nome de inúmeras vítimas.

Durante 20 dias de investigação foram identificadas aproximadamente 3 mil ligações para o serviço da Caixa Econômica Federal na intenção de fraudar auxílios em nome de terceiros.

Policiais apreenderam comprovantes bancários, celulares, cartões de banco e notebook(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Policiais apreenderam comprovantes bancários, celulares, cartões de banco e notebook (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Além dos presos, os policiais apreenderam cinco celulares, um notebook, quatro cartões de crédito, comprovantes de movimentações bancárias, um carnê de financiamento de veículo em nome de terceiros, pequena quantidade de droga semelhante a maconha e um dichavador da droga. Todo material foi encaminhado para análise.

As investigações continuam no intuito de localizar três pessoas que se encontram foragidas, além de tentar identificar outros membros da organização criminosa e seus bens adquiridos ilicitamente. 

A Operação foi batizada de Loki por referência ao homônimo personagem da Mitologia Nórdica, conhecido como o Deus da Enganação.


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