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Estado de Minas PERIGO

Chuva de domingo coloca em alerta áreas de risco de BH

Na região próximo à Avenida Teresa Cristina, moradores começam a retirar pertences das casas


25/10/2020 13:20 - atualizado 25/10/2020 14:13

Com as chuvas, Cléber Aparecido fica atento aos sinais em sua casa que fica próxima à Avenida Teresa Cristina(foto: Leandro Couri/EM/DA PRESS)
Com as chuvas, Cléber Aparecido fica atento aos sinais em sua casa que fica próxima à Avenida Teresa Cristina (foto: Leandro Couri/EM/DA PRESS)

A antecipação da temporada de chuvas para outubro colocou em estado de alerta moradores em diversos pontos de Belo Horizonte e região metropolitana, que, historicamente, sofrem com deslizamento, inundações e enxurradas. Moradores da região da Avenida Teresa Cristina, na divisa da capital mineira com Contagem, retiram pertences das casas e começam a rezar para não acontecer o pior, as enchentes tão recorrentes e deslizamentos.

 

O vigilante Cléber Aparecido da Silva, de 46 anos, ao ver o resultado de deslizamentos na vizinhança, planeja o que fazer caso as chuvas ds próximos dias elevem o nível do Ribeirão Arrudas, na Avenida Teresa Cristina. Ele mora em área considerada de risco. 

 

"Depois da última temporada que teve aquele desastre todo, estamos sempre apreensivos. Há qualquer movimento de chuva fica preocupado. Muita gente perdeu coisas. Eu perdi bastante coisas aqui na minha loja, uma serralheria, máquina de solda, ferramentas. Muita coisa foi embora, muita perda", recorda-se das chuvas do início do ano.

 

Deslizamentos em região próximo à Avenida Teresa Cristina(foto: Leandro Couri/EM/DA PRESS)
Deslizamentos em região próximo à Avenida Teresa Cristina (foto: Leandro Couri/EM/DA PRESS)

 

Ele planeja se mudar para o Bairro das Indústrias, mas não tem como levar todos os equipamentos. "As máquinas vou colocar na parte de cima. Até hoje, a chuva não chegou nesta parte da loja.  Mas fico apreensivo", diz.

 

A casa do lado desabou, mas a residência dele ainda não apresentou sinais de que pode estar com as estruturas abaladas. "A minha até hoje não apresentou rachadura e nenhum movimento estranho", afirma. Ele lembra que é muito importante ficar atento aos sinais.  "O pessoal não leva a sério quando aparece uma trinca, aparece alguma coisa. A minha, graças a Deus, não apresentou nada", diz ele que mora com a filha e a mulher no local. 


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