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Estado de Minas PRECAUÇÃO

Itaúna decide permanecer na onda amarela do Minas Consciente

Com a classificação da macrorregião Oeste na onda verde, município poderia avançar, porém prefeitura optou pela cautela neste momento


23/10/2020 18:40 - atualizado 23/10/2020 18:56

Município registrou dois novos óbitos apenas esta semana
Município registrou dois novos óbitos apenas esta semana (foto: PMI/Divulgação)
 

Na última quarta-feira (21), o Comitê de Enfrentamento à Covid em Minas Gerais classificou a macrorregião Oeste, assim como as macrorregiões Sul e Leste, na onda verde do Minas Consciente. Porém, em nota divulgada nesta sexta-feira (23), a prefeitura de Itaúna informa que o município vai permanecer na onda amarela, seguindo a classificação da microrregião.

 

A prefeitura afirma que até que se confirme a tendência de queda mais pronunciada da quantidade de casos confirmados e também da ocupação dos leitos hospitalares, o município será cauteloso na flexibilização.

De acordo com o último boletim epidemiológico, divulgado nesta sexta (23), a cidade registrou 1.191 casos confirmados da COVID-19. Destes, 79 ainda estão ativos. Além disso, o número de óbitos já chegou a 25. Foram duas mortes confirmadas apenas essa semana, dois homens, ambos portadores de doenças crônicas prévias, de 37 e 61 anos.

 

O município conta com apenas um hospital, o Manoel Gonçalves, que atende a microrregião que compreende Itaguara, Itatiaiuçu e Piracema. Segundo o último informe, existem 16 pacientes em internação pelo coronavírus, sendo 14 moradores de Itaúna. Desse número, seis estão no CTI e oito na enfermaria.

 

A prefeitura pede cautela da população para que haja uma futura evolução da flexibilização. “Ressaltamos a importância da população seguir os cuidados necessários de higiene bem como o uso correto da máscara. Todos os empreendedores do comércio, em especial de bares e restaurantes, também têm participação fundamental para que as regras sejam cumpridas e assim possamos evitar um aumento da doença, com consequente elevação da ocupação de leitos do hospital e, consequentemente, retrocesso na flexibilização da atividade econômica do município." 

 

 

 


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