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Estado de Minas QUINTO DIA

Dois focos de incêndio ainda persistem na Lapinha da Serra, em Minas

Céu nublado impede que aeronaves façam sobrevoo de monitoramento, o que dificulta os trabalhos


11/10/2020 12:30 - atualizado 11/10/2020 12:54

 

Ver galeria . 19 Fotos Com equipamentos precários ou desgastados por 10 dias de enfrentamento ao recente incêndio no vizinho Parque Nacional da Serra do Cipó, brigadistas e voluntários de Lapinha da Serra encararam ontem as chamas que consomem o cerrado da região. O repórter fotográfico Leandro Couri acompanhou desde a madrugada a batalha feita com muito suor e companheirismo pelos combatentes, mas às vezes apenas com ramos e disposiçãoLeandro Couri/EM/DA Press
Com equipamentos precários ou desgastados por 10 dias de enfrentamento ao recente incêndio no vizinho Parque Nacional da Serra do Cipó, brigadistas e voluntários de Lapinha da Serra encararam ontem as chamas que consomem o cerrado da região. O repórter fotográfico Leandro Couri acompanhou desde a madrugada a batalha feita com muito suor e companheirismo pelos combatentes, mas às vezes apenas com ramos e disposição (foto: Leandro Couri/EM/DA Press )

 

Dois focos de incêndio ainda persistem na Lapinha da Serra, em Santana do Riacho, Região Central de Minas Gerais, neste domingo (11). O fogo toma conta da região desde quarta-feira (7) e reúne esforços de brigadistas, bombeiros e voluntários que moram nas proximidades.

 

De acordo com os bombeiros, neste domingo os militares fazem um rescaldo preventivo para que pontos onde há fumaça não voltem a reacender. Portanto, a corporação pretende evitar que áreas ainda não atingidas sejam queimadas pelo fogo.

 

Desde o amanhecer deste domingo, os bombeiros trabalham no local com os brigadistas. As equipes não podem contar neste momento com o apoio dos aviões Air Tractor por causa do tempo.

 

Isso porque a grande quantidade de nuvens não permite sobrevoos com segurança. Dessa maneira, há dificuldades para monitorar o incêndio no momento.

 

Conforme os bombeiros, a área queimada, calculada em sobrevoo realizado nesse sábado (10), é de aproximadamente 2,8 mil hectares.

 

A Lapinha da Serra está próxima à Serra do Cipó, que queimou por 10 dias em sequência entre setembro e outubro. Trata-se de uma área de transição entre os biomas cerrado e mata atlântica.

 

Em reportagem publicada no mês passado, o Estado de Minas mostrou como o desmatamento da mata atlântica cresceu em Minas Gerais. A devastação aumentou 47% entre 2018 e 2019 no estado.  

  


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