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Estado de Minas BOLETIM

Minas ultrapassa marca de 270 mil casos confirmados de coronavírus

Número de óbitos provocados pela COVID-19 chega a 6.714, sendo 58 registrados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG) de sábado para domingo


20/09/2020 10:34 - atualizado 20/09/2020 11:24

14/07/2020 - Primeiro dia de prevalecimento da Lei 11.244/2020, que obriga toda população da capital a usar máscara, e a multa para quem esta sem e de 100,00 reais(foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
14/07/2020 - Primeiro dia de prevalecimento da Lei 11.244/2020, que obriga toda população da capital a usar máscara, e a multa para quem esta sem e de 100,00 reais (foto: Juarez Rodrigues/EM/D.A Press)
Neste domingo (20), de acordo com o boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG), Minas Gerais ultrapassou a marca de 270 mil casos confirmados de coronavírus. Ao todo, 270.053 pessoas já se infectaram pela COVID-19, sendo 2.044 notificações registradas nas últimas 24 horas, apenas 29 casos a menos do que o registrado no domingo anterior (13). O número de óbitos provocados pela doença chega a 6.714 no estado, sendo 58 registrados pela pasta de sábado para domingo.

Até esse sábado (19), o novo coronavírus havia feito vítimas em 571 de 853 municípios de Minas (66,9%). A virose já havia se alastrado para 842 localidades do estado (98,7%). Os casos em acompanhamento totalizam 27.484, e a proporção de leitos de enfermaria ocupados por pacientes com COVID-19 ou com suspeita é de 7% entre os 60% que estão ocupados por outras doenças também. Os leitos de UTI estão com 906 pacientes internados com coronavírus ou com suspeita. As 10 cidades com mais pacientes com casos de COVID-19 sendo acompanhados atualmenete são: 

Uberlândia: 5.359
Belo Horizonte: 2.272 
Timóteo: 828
Ribeirão das Neves: 655
Montes Claros: 615
Araguari: 587
Paracatu: 458
Juiz de Fora: 419
Poços de Caldas: 410
Contagem: 395

A média de idade dos óbitos confirmados até esse sábado (19) é de 74 anos, sendo a maioria (57%) do sexo masculino. A maior parte das vítimas sofre de comorbilidades (74%), como diabetes, doenças respiratórias, renais e cardiopatias. Pardos e negros respondem por 54% das mortes. Brancos, por 39%. Amarelos e indígenas somam 1% das vítimas. A porcentagem de mortos cuja raça não foi informada é de 6%.


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