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Estado de Minas COVID-19

SES-MG: protocolos sanitários contra a COVID-19 garantem segurança em academias

O secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, Marcelo Cabral, afirmou que os estabelecimentos devem seguir regras rígidas de distanciamento e de agendamento


28/08/2020 13:12 - atualizado 28/08/2020 14:11

(foto: Rede Minas/Reprodução)
(foto: Rede Minas/Reprodução)
 O secretário-adjunto de Saúde de Minas Gerais, Marcelo Cabral, afirmou que os protocolos sanitários do Minas Consciente garantem o retorno de funcionamento das academias no estado. Ao ser questionado nas redes sociais sobre a permissão de abertura, dado o alto risco de contágio nesses estabelecimentos, Marcelo afirmou que as decisões do comitê executivo da COVID-19 são fundamentadas e a reclassificação das academias foi feita com base em protocolos rígidos, de distanciamento, uso de aparelhos e agendamentos de treinos. 
 
A afirmação foi feita durante entrevista coletiva nesta sexta-feira (28), com a presença do chefe de gabinete da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), João Pinho. As academias foram incluídas na onda amarela, fase intermediária do Minas Consciente, que permite o funcionamento de diversas atividades econômicas. A maior parte das macrorregiões em Minas, o que corresponde a 796 municípios, está na onda amarela.
 
Marcelo Cabral reforçou que a reabertura ampla das academias será feita na onda verde, a última do programa. "Não há abertura indiscriminada ou feita sem cuidado", disse. João Pinho afirmou que a fiscalização de estabelecimentos que descumpram os protocolos cabe aos municípios. Segundo ele, o estado dá apoio e suporte, mas a responsabilidade de fiscalizar é dos municípios e fica a cargo deles arbitrar multas ou não para quem descumpre os protocolos sanitários. 
 
Ao ser questionado sobre as trativas do governo de Minas em relação às vacinas da COVID-19, que estão na fase de ensaio clínico no Brasil, Marcelo Cabral afirmou que o governo de Minas não firmou nenhum acordo com laboratórios e aguarda os resultados para uma eventual compra da substância. "Não há tratativas para a comercialização e compra de vacinas no estado de Minas Gerais", disse. 



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