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Estado de Minas REPAROS

Aparelho de tomografia do Hospital João XXIII volta a funcionar

Segundo a Fhemig, instituição que administra o Pronto-Socorro, o outro tomógrafo ainda permanece estragado e sem previsão de conserto


30/07/2020 10:44 - atualizado 30/07/2020 11:34

Hospital Pronto-Socorro João XXIII, localizado na Região Central de BH(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
Hospital Pronto-Socorro João XXIII, localizado na Região Central de BH (foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig) anunciou, nessa quarta-feira (29), que um dos tomógrafos do Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII, na Região Central de Belo Horizonte, que estava estragado, voltou a funcionar.

De acordo com a Fhemig, instituição que administra a unidade de saúde, o HPS possui dois tomógrafos, mas um ainda permanece danificado

A instituição informou à reportagem que o aparelho que estava estragado tinha apresentado defeito em 16 de julho e logo foi solicitada pela direção a reposição da peça que estragou. O reparo estava previsto para acontecer nessa quarta-feira (29).

Ainda segundo a Fhemig, o outro equipamento parou de funcionar na semana passada. Sua manutenção ainda depende da tramitação do processo de aquisição da peça que apresentou defeito e aguarda fornecedores

Com o reparo de um dos tomógrafos, os pacientes não precisam mais sair do hospital para realizaram os exames, como estava sendo feito anteriormente. As pessoas que necessitam do serviço estavam sendo direcionadas para outras unidades de saúde, onde a tomografia pode ser feita, e retornavam em seguida para o HPS.


Capacidade operacional


De acordo com a Fhemig, o aparelho que passou por conserto realiza em média, 77 tomografias diárias e o outro, que ainda está em manutenção, é utilizado apenas como suporte.

“Somente um deles era utilizado no cotidiano, até por ser o mais novo e potente. Foi o que voltou a funcionar ontem. O outro, um modelo mais antigo, tem maior dificuldade de reposição de peças, e ficava mais em ‘stand by’, como suporte ao principal”, disse a Fhemig à reportagem.

“Ambos os equipamentos possuem contratos de manutenção vigentes, mas há lentidão na entrega de peças e nos agendamentos por parte dos fornecedores no momento”, completou.

*Estagiário sob supervisão do subeditor Daniel Seabra


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