
Já há algum tempo que a PM fazia o monitoramento de pontos de jogos no Centro. Nesta manhã, foi montada uma operação com a vistoria de diversos endereços. No entanto, quase todos, à exceção de um, na Rua Curitiba, estava aberto.
No interior da suposta sapataria, segundo o tenente Washington, que comandou a operação, havia duas pessoas - a gerente, de 33 anos, que já era conhecida da polícia pelo envolvimento em crimes de jogos de azar - , e seu auxiliar. Ambos faziam a contabilidade da noite anterior.
“Quem passa pela frente da pequena loja, vê a porta entreaberta e não imagina que seja um local de jogo, mas sim uma sapataria. Depois do balcão estão as máquinas de jogos de azar”, conta o policial, que disse que os frequentadores sabem do disfarce usado pela casa.
Eram poucas máquinas, apenas seis, mas a apreensão dos equipamentos mostrou a sofisticação do jogo de bicho. Duas delas são semelhantes a máquinas de cartões de crédito. As outras quatro são de caça-níqueis.
Além disso, os policiais apreenderam dois cadernos com anotações do jogo de bicho em um deles. No outro, constava a contabilidade da casa. Os dois presos foram levados para a Delegacia Adida de Juizado Especial (Daje), na Gameleira, por se tratar de um crime de contravenção.
