Publicidade

Estado de Minas

PBH interdita loja no Barreiro por descumprir decreto municipal

Estabelecimento, que comercializava roupas, não estava autorizado pelo município a funcionar. Desde segunda, alguns setores foram liberados gradualmente a abrir as portas


postado em 27/05/2020 16:22 / atualizado em 27/05/2020 17:40

Empresa havia sido notificada verbalmente por fiscais da prefeitura, mas desrespeitou o decreto(foto: Divulgação)
Empresa havia sido notificada verbalmente por fiscais da prefeitura, mas desrespeitou o decreto (foto: Divulgação)
A fiscalização da prefeitura de Belo Horizonte interditou na tarde desta quarta-feira uma loja de roupas no Barreiro por descumprir o decreto emitido pelo prefeito Alexandre Kalil (PSD). O estabelecimento é o primeiro a ter o alvará cassado desde que a prefeitura flexibilizou o comércio na capital. A loja vinha mantendo as portas abertas de maneira irregular, pois não havia sido liberado para funcionamento.
 
A loja interditada fica numa das principais avenidas do Barreiro, a Visconde de Ibituruna. Caso descumpra a interdição, a empresa poderá ser multada em R$ 17.614.

A subsecretaria de fiscalização informou que havia orientado os responsáveis da loja tanto pela Guarda Municipal, quanto por fiscais da PBH, em vistorias educativas. Mas, apesar disso, os proprietários insistiram em manter o espaço de portas abertas. No começo da tarde desta quarta-feira, os fiscais voltaram ao espaço e comunicaram a interdição da empresa.

Desde segunda-feira, uma mudança no decreto tenta minimizar os impactos econômicos provocados pelo coronavírus. Mas a prefeitura vinha liberando gradualmente algumas atividades, em horários alternados, como salões de beleza, shoppings populares, comércio varejista, tecidos e armarinho, artigos de papelaria, livros e fotografias, lojas de veículos automotores, entre outros.
 
As lojas de roupa deverão ser liberadas para funcionar a partir da segunda ou terceira etapa da proposta de flexibilização da prefeitura. Serão quatro etapas, no total. Segundo Alexandre Kalil, a reabertura da economia dependerá do nível de quaretena da população.
  
O comércio não-essencial estava sem funcionar desde meados de março, quando Kalil emitiu os decretos 17.328 e 17.361, como prevenção à expansão da COVID-19. 

Compartilhe no Facebook
*Apenas para assinantes do Estado de Minas

Publicidade