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Estado de Minas

Com gritos de 'fora, Kalil', manifestantes fazem carreata pedindo reabertura do comércio em BH

Cerca de 50 veículos participaram do protesto, que teve início no Bairro Mangabeiras e tinha como destino a Prefeitura de Belo Horizonte


postado em 15/04/2020 19:54 / atualizado em 15/04/2020 20:26

Manifestantes protestaram debaixo de muita chuva nesta quarta-feira (15)(foto: Túlio Santos/EM/D.A Press)
Manifestantes protestaram debaixo de muita chuva nesta quarta-feira (15) (foto: Túlio Santos/EM/D.A Press)
Manifestantes se reuniram no início da noite desta quarta-feira (15) para pedir a reabertura do comércio em Belo Horizonte. Para isso, organizaram uma carreata que envolveu, aproximadamente, 50 veículos, que saíram do Bairro Mangabeiras, Região Centro-Sul da capital, tendo como destino a Prefeitura de BH, na Avenida Afonso Pena.

O ponto de partida da carreata estava marcado, inicialmente, na Praça do Papa. No entanto, os veículos foram surpreendidos por agentes da Guarda Municipal, que informaram que era proibido estacionar no entorno do local. Os manifestantes, então, passaram a se concentrar metros depois, na Avenida Agulhas Negras.

Quando o protesto iniciou, os manifestantes passaram a promover um buzinaço por grandes corredores da capital mineira como a Avenida do Contorno e Afonso Pena. Grande parte das pessoas eram apoiadoras do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que recebeu gritos favoráveis. Por outro lado, o prefeito Alexandre Kalil (PSD) foi o alvo das pessoas, que gritavam a todo momento ‘fora, Kalil’.

Na última segunda (13), cerca de 50 pessoas, entre representantes do comércio de Belo Horizonte e de movimentos de apoio a Bolsonaro, se reuniram em frente à sede da prefeitura, onde exigiam o fim do isolamento social. No mês passado, a porta da PBH também foi alvo de mais um protesto do mesmo tipo. No entanto, manifestantes estacionaram os carros de maneira irregular na Afonso Pena e na Rua Goiás. Todos foram multados pela Guarda Municipal.

O motivo dos sucessivos protestos é em função do decreto publicado pela prefeitura, que permite apenas o funcionamento de serviços essenciais, como supermercados, postos de gasolina, farmácias, entre outros. A medida tem como objetivo tentar conter o avanço do coronavírus.


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