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Estado de Minas

Estudante da UFMG é presa suspeita de traficar drogas dentro da universidade

Polícia apreendeu maconha, haxixe, LSD, outras drogas sintéticas e duas estufas para cultivo de cogumelos


postado em 26/11/2019 19:18 / atualizado em 26/11/2019 21:36

(foto: Polícia Civil/ divulgação )
(foto: Polícia Civil/ divulgação )
Uma estudante da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), de 19 anos, foi presa nesta terça-feira pela Polícia Civil de Minas Gerais suspeita de traficar drogas dentro da instituição. Com ela, foram encontrados maconha, haxixe, LSD, outras drogas sintéticas e duas estufas para cultivar cogumelos.

De acordo com o delegado responsável pela prisão, Daniel Augusto Reis, a jovem cursa o terceiro período do curso de Ciência da Computação na UFMG e estava sendo monitorada havia uma semana.

 

“Recebemos uma denúncia anônima e começamos a investigar. Flagramos a estudante vendendo drogas na praça de serviços da universidade", disse o delegado. “Percebemos que ela transitava entre sua casa, que fica no Bairro Ouro Preto (na Região da Pampulha), e o Bairro São Francisco (na mesma região), local que suspeitamos ser do fornecedor das drogas”, acrescentou.

 

Na manhã de ontem, a polícia efetuou a prisão no Bairro São Francisco. Na bolsa, foram encontrados diversos tipos de entorpecentes. Policiais acompanharam a estudante até a residência dela, onde encontraram uma quantidade “considerável” – conforme o delegado – de drogas. Até a publicação desta matéria, o montante não havia sido contabilizado. A jovem não tem passagem pela polícia e as investigações continuam, em busca de outros possíveis envolvidos.

 

O conhecimento em química já foi usado por um universitário para impulsionar a venda de drogas em Belo Horizonte. No ano passado, um homem de 30 anos foi preso pela Polícia Civil na Pampulha com diferentes tipos de entorpecentes, como haxixe, maconha modificada geneticamente, ecstasy em pó e em comprimidos, cristal e LSD.

A suspeita é que o material era adquirido na Polônia e na Holanda. Investigadores afirmam que o homem usava o conhecimento em química para atender aos clientes de acordo com o efeito que cada um desejava. A droga apreendida era estimada em aproximadamente R$ 300 mil.

 


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