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Estado de Minas

Suspeito de estelionato é preso durante golpe em agência bancária em Venda Nova

Homem de 52 anos utilizava cartão de vítima para sacar R$ 3.400 em empréstimo


postado em 08/05/2019 16:28 / atualizado em 08/05/2019 17:10

(foto: Reprodução/Google Street View)
(foto: Reprodução/Google Street View)
Monitorado pela Polícia Militar e nas agências bancárias, um homem foi preso na manhã desta quarta-feira, na Região de Venda Nova, em Belo Horizonte, suspeito de ser o líder de uma quadrilha de estelionatários e aplicar golpes com cartões e documentos das vítimas.

Natural do Distrito Federal, F. O. M., de 52 anos, vinha sendo monitorado pela PM e em circuitos internos das agências, sendo visto em tentativas de golpes em pelo menos três locais da Região de Venda Nova nas últimas semanas.

O suspeito, um outro homem e duas mulheres enganavam pessoas com o golpe da “achadinha” (entenda como funciona o golpe no fim da matéria). No momento da prisão, ele sacava R$ 3.400 de um empréstimo contratado em nome de uma vítima.

“Monitoramos a ação deste suspeito em diferentes ocasiões, por três ou quatro agências”, conta o sargento Eduardo, que conduziu a ocorrência. “Ele alegou não ter residência aqui e estar em ‘trânsito’ e, nesse caso, não conseguimos recuperar a bolsa da vítima. Uma mulher ficou com o objeto e conseguiu escapar pela multidão”, explica.

Com o homem preso foram encontrados outros oito cartões bancários e de benefícios de aposentados. Até o momento, cinco outras pessoas se identificaram como possíveis vítimas do estelionatário. Ele foi encaminhado à Central de Flagrantes 4 e deverá ser autuado por estelionato, furto e fraude.

Como funciona o golpe:

O crime, conhecido como “golpe da achadinha”, funciona da seguinte forma: as criminosas jogam um objeto azul no chão, similar a um pequeno malote para levar dinheiro, e aguardam que alguém o encontre. A PM informou que, assim, as suspeitas se aproximam da vítima se identificando como donas da bolsa. Elas agradecem pela vítima ter devolvido, já que teria muito dinheiro dentro do objeto e, por isso, a vítima ganharia uma recompensa. Em sequência as criminosas levam a bolsa da vítima.


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