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Estado de Minas

Mulher é agredida e estuprada em Montes Claros

A vítima diz ter sido agredida no escuro e não detectado quem era o agressor


postado em 25/02/2019 20:09 / atualizado em 25/02/2019 20:58

(foto: Reprodução/ Google Street View)
(foto: Reprodução/ Google Street View)
Uma mulher, de 22 anos, foi vítima de agressão sexual depois de ser amarrada dentro de um apartamento em um condomínio, no Bairro Edgar Pereira, em Montes Claros, no Norte de Minas. O caso, ocorrido na noite de domingo,  está cercado de mistério, tendo em vista que a vítima disse que foi agredida no escuro e que não viu o rosto do agressor. Ele fugiu sem ser identificado e continua sendo procurado. Contudo, segundo a Polícia Militar, os exames médicos teriam confirmado a agressão sexual sofrida pela vítima.

Ninguém do condomínio - que tem 16 prédios - ouviu os gritos da mulher nem viu o suspeito, que saiu do local sem deixar pistas.  A vítima também disse para os policiais que o condomínio não possui câmeras de segurança. 

Conforme a PM, a jovem contou que,  por volta das 21h15 de domingo, estava sozinha no apartamento, situado no térreo,  e quando saiu do banheiro, encontrou as luzes da sala apagada. Ela disse que percebeu que algum estranho estava na residência e, no escuro, deslocou até a cozinha com a intenção de apanhar uma faca.

Nesse momento, ainda segundo a vítima, ela foi surpreendida por um homem que, usando um lençol, tentou sufocá-la  com  um fio elétrico, amarrou seus braços e pernas, a imobilizando.

A  mulher contou ainda que o estranho a agrediu sexualmente com o uso do cabo de uma escova de cabelo e com o cabo de uma faca de cozinha. Também contou que foi golpeada no rosto.

Além disso, com o fio elétrico o agressor teria amarrado a jovem pelo pescoço,  deixando-a inconsciente. A mulher contou ainda que acordou com o barulho da chamada do seu telefone celular, que não foi roubado. Segundo ela, também com a chamada do aparelho celular, o invasor da sua moradia se assustou e fugiu imediatamente, sem ser visto.

A  mulher relatou para os policiais que, como estava escuro, não foi conseguiu ver o rosto do agressor e que só percebeu que ele é “alto e forte”. Ela foi levada para atendimento médico e para exames periciais no Instituto Médico Legal (IML) de Montes Claros.


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