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Estado de Minas

Aulas retornam na segunda-feira, mas desabastecimento ainda preocupa UFMG

Em nota assinada pela reitora Sandra Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, instituição avisa que efeitos da paralisação ainda podem comprometer rotina na universidade


postado em 02/06/2018 12:53 / atualizado em 02/06/2018 13:01

Ato nacional ainda pode impactar rotina de alunos, professores e funcionários da UFMG.(foto: Cristina Horta/EM/D.A Press)
Ato nacional ainda pode impactar rotina de alunos, professores e funcionários da UFMG. (foto: Cristina Horta/EM/D.A Press)
A paralisação dos caminhoneiros terminou, mas os efeitos do ato ainda podem complicar a rotina de quem passa pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Em nota divulgada em seu site oficial e assinada pela reitora Sandra Goulart Almeida e o vice-reitor Alessandro Fernandes Moreira, a instituição pediu “serenidade e colaboração” da comunidade acadêmica.


As aulas e demais atividades da UFMG, suspensas desde o último dia 25, retornam normalmente na próxima segunda-feira. As reposições no calendário serão acordadas pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe) e, posteriormente, comunicada aos interessados.


O desabastecimento atingiu também os restaurantes da UFMG. Por isso, os cardápios sofreram alterações por falta de determinados itens alimentícios na dispensa. A informação foi repassada pela própria universidade, no último dia 24, por meio da Fundação Universitária Mendes Pimentel (Fump), que gerencia os estabelecimentos.


Durante o período de crise, apenas as funções administrativas essenciais funcionaram na UFMG.


Confira abaixo a nota na íntegra:


“Agradecemos novamente o empenho e o apoio de toda a Comunidade Universitária nesses últimos dias de apreensão e desafios, quando foi necessário suspender as atividades didáticas e, ao mesmo tempo, manter as atividades administrativas essenciais ao funcionamento da UFMG.


Informamos que as atividades acadêmicas e administrativas serão retomadas na segunda-feira, dia 4 de junho. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) deliberará, oportunamente, sobre os ajustes necessários no calendário escolar para a reposição das aulas suspensas.


Destacamos que o momento de instabilidade vivido pelo país requer de toda a comunidade serenidade e colaboração. Os efeitos do desabastecimento podem ainda afetar a rotina da instituição nos próximos dias e, com espírito democrático, solicitamos a compreensão de todas e todos.


Continuaremos acompanhando os acontecimentos e, atuando sempre no interesse da instituição, da nossa comunidade e da sociedade, nos colocamos à disposição.”

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