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Estado de Minas

Ao lado da mulher, Pimentel lança linha de financiamento para empresárias

O %u201CEmpreendedoras de Minas%u201D pretende apoiar as micro e pequenas empresas controladas por mulheres


postado em 09/03/2018 06:00 / atualizado em 09/03/2018 10:35

Pimentel assinou convênio de R$ 24 milhões na área de energia e lançou linha de financiamento para empresárias(foto: Manoel Marques/ Imprensa MG/ Divulgação )
Pimentel assinou convênio de R$ 24 milhões na área de energia e lançou linha de financiamento para empresárias (foto: Manoel Marques/ Imprensa MG/ Divulgação )

Em cerimônia em que deixou o discurso por conta da primeira-dama de Minas, Carolina Pimentel, o governador Fernando Pimentel firmou ontem convênio na ordem de R$ 24 milhões para implantação de proposta de pesquisa e desenvolvimento tecnológico no estado, em parceria entre a Cemig e a Associação Estadual de Desenvolvimento Ambiental e Social (Aedas). 


A iniciativa, que terá participação do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) – formado majoritariamente por mulheres e famílias chefiadas por elas –, vai beneficiar 1.250 famílias de forma direta e outras 9 mil indiretamente.

A proposta é de hibridização de geração de energia, com a implementação da primeira usina solar fotovoltaica flutuante (porte de 1,2MWp). A estrutura será conectada à atual Pequena Central Hidrelétrica Santa Marta, em cujo espelho d’água serão instalados painéis fotovoltaicos. Com isso, haverá uma união dessas duas formas de geração de energia dentro do mesmo sistema, com redução na conta de luz.

Pimentel também lançou uma linha de financiamento exclusivo para empresárias mineiras. Os recursos serão disponibilizados por meio do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). O “Empreendedoras de Minas” pretende apoiar as micro e pequenas empresas controladas por mulheres. Serão oferecidos recursos de até R$ 700 mil. As taxas de juros serão a partir de 1,39% ao mês.

Em seu discurso, a primeira-dama e presidente do Servas destacou que a sociedade brasileira “a sociedade precisa avançar. E só nós, mulheres, sabemos o que temos que enfrentar no nosso dia a dia, nos nossos trabalhos, para ter direito, de fato, para evitar a violência”, finalizou Carolina Pimentel.


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