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Estado de Minas

PM prende uma militar e dois homens por tráfico de drogas

Os três envolvidos também responderão por associação ao tráfico e porte ilegal de armas


postado em 29/01/2018 20:59

Uma militar da saúde, seu companheiro e outro homem foram presos nesta segunda-feira por tráfico de drogas, associação ao tráfico, porte ilegal de armas e, no caso da policial, ela também responderá por desobediência militar. A operação foi cumprida pela Polícia Militar (PM) após receber uma denúncia anônima de que uma loja, na Rua Aarão Reis, no Centro de Belo Horizonte, estaria envolvida com venda de munições e drogas. Também foram encontradas drogas na residência do casal envolvido.

De acordo com o major Flávio Santiago, no momento em que os PMs foram ao estabelecimento, um dos suspeitos correu para dentro da loja e, com ele, foram encontradas munições de calibre 380. No momento da abordagem, no entanto, o companheiro da militar, que se dizia sócio da loja, e policial chegaram no estabelecimento tentando "intervir na ocorrência". "Ela entrou no interior do balcão e saiu com uma sacola com duas garruchas e munições 380", disse o major.

Enquanto ela tentava sair, os militares que estavam na operação deram voz de prisão aos três envolvidos. Os PMs também cumpriram diligências na residência do casal e encontraram uma quantidade de drogas, que ainda estava sendo contabilizada pela corporação até o fim da noite. "Foi feito o auto de prisão em flagrante e todas as providências de Polícia Judiciária Militar foram tomadas. A corregedoria também acompanhou e já instaurou processo para apurar o caso", disse Santiago.

Todas as drogas e as armas foram apreendidas pela Polícia Militar e, de acordo com o major Santiago, não é possível atestar a finalidade das drogas. "A PM fez apreensão e tomou todos os procedimentos contra os envolvidos. O processo investigatório complementar ditará o endereçamento das drogas", disse. "Após receber a denúncia, a Polícia Militar foi acionada e tomou as providências independentemente de qualquer posição de autoridade envolvida." 

A mulher responderá como militar e como civil, podendo ser expulsa da corporação. A loja na Região Central de BH foi lacrada e uma perícia foi solicitada para o local. Somente a investigação dirá se há outras pessoas envolvidas.

*Sob supervisão da subeditora Regina Werneck

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