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Estado de Minas

Minas tem seis mortes em decorrência de febre amarela desde dezembro

Boletim divulgado nesta quarta-feira pela Secretaria de Estado de Saúde (SES/MG) mostra que quatro óbitos ainda estão sendo investigados


postado em 10/01/2018 16:11 / atualizado em 10/01/2018 16:37

A febre amarela continua fazendo vítimas em Minas Gerais. Boletim divulgado pela Secretaria Estado de Saúde (SES) na tarde desta quarta-feira mostra que desde dezembro foram registradas seis mortes em decorrência da doença. Outros quatro óbitos seguem sendo investigados. Além disso, um caso da enfermidade foi confirmado em um morador de Brumadinho, na Grande BH. Ele segue tratamento no Espírito Santo. Outros seis casos estão sendo apurados.

A metodologia de divulgação dos dados foi modificada pela SES/MG. Os números serão apresentados com base nas características sazonal da doença. Ela é monitorada a partir de julho e termina em junho do ano seguinte.

Segundo a SES, no período referente a 2017/2018, que compreende julho do ano passado e junho deste ano, foram confirmados sete casos da doença. Destes, seis pacientes não resistiram e morreram. Outros 10 seguem sendo investigados em três pacientes de Nova Lima, dois em Mariana, um em Barra Longa, Brumadinho, Estrela do Indaiá, Goianá, e Teófilo Otoni. Outros 38 casos suspeitos foram descartados.

Em relação as mortes, foram seis no total. Destas, duas foram na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Em Nova Lima, foram duas mortes. Uma delas é de um paciente que estava internado no Hospital Nossa Senhora de Lourdes. Morador de São Paulo, ele veio passar o fim de ano com parentes num distrito da cidade da Grande BH.

Outro óbito foi em Brumadinho. Um homem tem 51 anos e começou a sentir os sintomas em 25 de dezembro. Exames realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) confirmaram a contaminação. Ele é morador da zonar rural. Um vizinho dele, de 37 anos, também contraiu a doença. Ele foi encaminhado para um hospital do Espírito Santo pela família, onde segue tratamento.

Em Carmo da Mata, na Região Centro-Oeste, um topógrafo, de 38 anos, morreu em 3 de janeiro. Segundo a Prefeitura da cidade, ele era casado e estava internado no CTI do Hospital São Judas Tadeu, na cidade vizinha de Oliveira. Os sintomas começaram a ser sentidos pelo paciente em 30 de dezembro. A administração municipal informou que ele possuía casa na área urbana e um sítio na zona rural, no lugarejo de Forquilla.

As outras duas mortes aconteceram em Mar de Espanha, e Barra Longa, na Região da Zona da Mata.

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