
As atividades ocorrem até 31 de julho porque o Instituto Jurídico para Efetivação da Cidadania (Ijuci) um dos participantes no edital e interessado no contrato com destinação de R$ 90 milhões em 30 meses, entrou na Justiça contra o resultado que apontava outro ganhador, o Instituto Elo. O Judiciário acatou o pedido do Ijuci, que apontou uma série de vícios no edital. Porém, o TJMG entendeu que o certame foi correto e por isso liberou o Instituto Elo para tocar as atividades pelos próximos 30 meses.
Isso significa que será possível, por exemplo, retomar 448 oficinas destinadas a cerca de 10 mil jovens todos os meses em 32 CPCs do estado, dentro do programa Fica Vivo!, carro-chefe das políticas de prevenção à criminalidade em Minas. Com as oficinas nas áreas de esporte, lazer e cultura, o programa visa atrair a população entre 12 e 24 anos de vilas e favelas para evitar homicídios. Entre janeiro e julho de 2017 houve redução de 30% nos assassinatos nas áreas atendidas quando comparado com os números do mesmo período de 2016, segundo a Sesp.
Isso significa que será possível, por exemplo, retomar 448 oficinas destinadas a cerca de 10 mil jovens todos os meses em 32 CPCs do estado, dentro do programa Fica Vivo!, carro-chefe das políticas de prevenção à criminalidade em Minas. Com as oficinas nas áreas de esporte, lazer e cultura, o programa visa atrair a população entre 12 e 24 anos de vilas e favelas para evitar homicídios. Entre janeiro e julho de 2017 houve redução de 30% nos assassinatos nas áreas atendidas quando comparado com os números do mesmo período de 2016, segundo a Sesp.
Ainda de acordo com o órgão, cerca de 250 pessoas passaram por treinamentos nesta semana com o objetivo de fortalecer as ideias de cada programa, orientar sobre as metodologias de trabalho e apresentar quais serão os desafios encontrados. Enquanto o Fica Vivo! trabalha com jovens para evitar homicídios, no caso do Ceapa as atividades consistem no acompanhamento de cumprimento de medidas alternativas à prisão de condenados, como a prestação de serviços comunitários.
Já o PMC consiste na aplicação de técnicas para mediar conflitos em áreas com baixo acesso ao direito e também de baixo capital social, e está presente em 32 áreas de Minas, com média de 22 mil atendimentos por ano. O PrEsp procura evitar que egressos das prisões do estado retornem ao crime.
Já o PMC consiste na aplicação de técnicas para mediar conflitos em áreas com baixo acesso ao direito e também de baixo capital social, e está presente em 32 áreas de Minas, com média de 22 mil atendimentos por ano. O PrEsp procura evitar que egressos das prisões do estado retornem ao crime.
