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Estado de Minas

Secretaria de Saúde de Ipatinga confirma morte de morador por febre chikungunya

O homem, de 67 anos, perdeu a vida em 31 de julho deste ano. Porém, os resultados de exames laboratoriais realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) ficaram prontos somente na última semana


postado em 19/12/2017 13:57 / atualizado em 19/12/2017 14:05

(foto: Ag. Para - Belem- PA)
(foto: Ag. Para - Belem- PA)

A Prefeitura de Ipatinga, na Região do Vale do Aço, confirmou a morte de um morador da cidade em decorrência da febre chikungunya. O homem, de 67 anos, perdeu a vida em 31 de julho deste ano. Porém, os resultados de exames laboratoriais realizados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed) ficaram prontos somente na última semana. A Secretaria Estadual de Saúde (SES/MG) ainda não incluiu o óbito no balanço semanal. Já são 12 mortes confirmadas pela doença e outras nove seguem sendo investigadas.

Segundo a Secretaria de Saúde de Ipatinga, o homem era portador de hipertensão. Ao procurar atendimento médico, apresentava sintomas de febre, que evoluiu para um quadro clínico de prostração. O estado de saúde apresentou piora passou para insuficiência renal aguda e respiratória. A vítima não resistiu e morreu em julho deste ano. Ele era morador do Bairro Bethânia.

A chikungunya apresentou sua pior fase em Minas Gerais neste ano. Balanço da SES divulgado nessa segunda-feira indica que 16.876 casos prováveis foram registrados. Do total dos pacientes, 118 são gestantes, sendo que 57 foram confirmadas por exames laboratoriais. As regionais com o maior número de casos são Governador Valadares, no Rio Doce, no Vale do Mucuri, Pedra Azul, no Jequitinhonha, e Coronel Fabriciano, no Vale do Aço.

Em relação as mortes, 10 foram confirmadas em Governador Valadares, um em Teófilo Otoni, e mais uma em Central de Minas. De acordo com a SES, em todos os casos havia comorbidades, ou seja, outra doença relacionada. A maioria das vítimas tinha faixa etária acima de 65 anos.

Risco

O Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) apresentou 1,5%, ou seja, em cada 100 imóveis visitados, aproximadamente em 2 foram encontrados focos do mosquito. O índice apresentado é considerado situação de alerta pelo Ministério da Saúde.

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