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Estado de Minas

Polícia prende marido de gerente comercial assassinada na Pampulha

Investigações apontam que mulher foi alvo de crime encomendado e marido é suspeito de ser o mandante. Ele foi preso por ordem judicial na quinta-feira, depois que policiais levantaram indícios de seu envolvimento


postado em 18/08/2017 17:05

A Polícia Civil prendeu o marido da gerente comercial Rosemary dos Santos Vieira como suspeito de ser o mandante da morte dela. O crime ocorreu na noite de 19 de abril último, na Rua Treviso, Bairro Bandeirantes, Região da Pampulha, em Belo Horizonte. Depoimentos de testemunhas descartaram a possibilidade de que ela teria sido alvo de uma tentativa de assalto r reforçou as suspeitas de assassinato sob encomenda.

Rosemary chegava em casa em seu carro, por volta das 22h40, quando foi surpreendida pelo atirador, que disparou sem chances de defesa da vítima, que estava sentada ao volante. Momentos antes, o filho da gerente havia chegado da faculdade e percebeu dois homens numa motocicleta parados nas proximidades.

Ele entrou em casa, onde já estava seu pai e, quando ouviram os estampidos dos tiros, saíram à rua e viram Rosemary ferida no interior de seu veículo. O marido dela ainda a levou à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Pampulha, mas a mulher já estava morta, tendo sendo atingida por quatro tiros no rosto.

Os detalhes que levaram os policiais a suspeitar do marido não foram divulgados, já que a investigação segue em sigilo. A Polícia Civil apenas confirmou a prisão do homem, na tarde da quinta-feira. O primeiro passo das apurações, foi descartar a possibilidade de que a gerente tivesse sido alvo de uma tentativa de assalto.

Imagens de câmeras de segurança de imóveis vizinhos ao local do crime permitiram constatar que o assassino estava de campana, esperando pela mulher, já que se fosse um caso de assalto, ele teria outras oportunidades de ataque, diante da circulação de outras vítimas potenciais na área.

Depoimentos de testemunhas, principalmente colegas de trabalho de Rosemary, ajudaram os policiais a traçar um perfil dela e levantar sua vida pregressa, em que se constatou que a mulher vinha sendo monitorada pelos criminosos. Com a gerente cursava faculdade à noite, tinha uma rotina de vida que facilitou a emboscada.

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