
Na última segunda-feira,os imóveis foram interditados e, desde então, as famílias que viviam no local foram alojadas pela Copasa em um hotel próximo de suas casas. Ainda não há previsão de retorno, permanecerão hospedados lá até que os imóveis apresentem condições de habitação.
O cabeleireiro Eder Jesus, de 48 anos, é inquilino há 15 anos de uma das lojas e diz que seus negócios foram prejudicados pela interdição. "Tirei meus materiais de trabalho de lá ontem (quinta-feira) e consegui improvisar um salão a um quarteirão do outro. Quando procurei a Copasa para pedir indenização do aluguel do novo espaço, me negaram e disseram que a prioridade é alojar os moradores. Ela não me deu assistência e nem se preocupou como vou sustentar minha família", reclamou.

