
Segundo Alessandra e o marido, o agricultor Antônio Gleiber, Juninho recebeu alta médica em julho, data em que o venceu o aluguel da casa em Miami. O restante das despesas, que vinham sendo pagas por ordem da Justiça brasileira, até então, são cobertas pela família com doações da campanha. A família passou a morar de favor no apartamento de outra brasileira, em Miami. “O Brasil não faz o transplante nem o pós-transplante. A maior dificuldade está sendo conseguir quem se responsabilize pelo atendimento ao jovem pelo Sistema Único de Saúde (SUS)”, denuncia o advogado Claudinei Szymcak.
Ele entrou no caso a partir de outubro de 2014, quando Juninho recebia tratamento no Hospital Pequeno Príncipe, em Curitiba (PR). Ele tinha a indicação de transplante, mas apenas o hospital de Miami havia feito a cirurgia com sucesso, até o momento.

A viagem foi possível depois que a União quitou os custos do tratamento, cerca de R$ 4,1 milhões. A família contou também com doações, por meio da campanha #JuntospeloMatheus, com milhares de seguidores na internet e que chegou a arrecadar R$ 700 mil. Cruzeirense, Matheus ganhou notoriedade nacional em outubro de 2015, quando entrou em campo com os jogadores do clube na partida contra o Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro. Com o Mineirão lotado, ele teve o nome cantado pelos torcedores celestes.
