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Estado de Minas

Advogados de cunhado de Ana Hickmann repudiam denúncia do MP

Em nota, divulgada nesta sexta-feira, a defesa informou que vai tomar todas as medidas cabíveis para comprovar a inocência do cliente. Juíza ainda analisa a denúncia


postado em 08/07/2016 16:10

Gustavo foi denunciado por homicídio pelo MPMG nessa quinta-feira(foto: Paulo Filgueiras/EM/DA Press - 22/5/16)
Gustavo foi denunciado por homicídio pelo MPMG nessa quinta-feira (foto: Paulo Filgueiras/EM/DA Press - 22/5/16)

Os advogados de Ana Hickmann e do cunhado dela, Gustavo Henrique Bello Correa, de 35 anos, repudiaram os argumentos do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) para denunciar Gustavo pela morte de Rodrigo Augusto de Pádua, de 30 anos, autor de um atentado contra a modelo, em 21 de maio, em Belo Horizonte. Em nota, divulgada nesta sexta-feira, a defesa informou que vai tomar todas as medidas cabíveis para comprovar a inocência do cliente. A apresentadora se mostrou indignada com a decisão da promotoria e desabafou nas redes sociais. A denúncia ainda é analisada pelo 2º Tribunal do Júri do Fórum Lafayette.

Em nota, a defesa de Gustavo informou que não há parâmetros para a denúncia de homicídio. “A defesa de Gustavo Correa repudia veementemente os termos da denúncia ofertada pelo Ministério Público do Estado de Minas Gerais, contrariando o excelente trabalho realizado pela polícia civil do estado onde concluiu, após longa e exaustiva investigação, que houve uma ação de legítima defesa”, afirmou em nota.

Mais cedo, a modelo também se manifestou pelas redes sociais sobre o caso e mostrou indignação com a atitude do MPMG. "Bom dia. #familia", escreveu, junto a uma imagem com o significado da palavra indignação. "Revolta; sentimento de oposição, de cólera, provocado por uma circunstância injusta, indigna ou revoltante: a indignação do povo diante do preço (...). P. ext. Raiva; excesso de ódio: a indignação provocada pela corrupção", disse.

A denúncia do MPMG foi entregue nessa quinta-feira no 2º Tribunal do Júri. O promotor Francisco de Assis Santiago argumentou que o acusado excedeu a legítima defesa ao reagir e matar o agressor a tiros. A tese contraria as investigações da Polícia Civil. No inquérito, o delegado Flávio Grossi, da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, responsável pelo caso, separou o crime em duas partes para reconhecer a legítima defesa. Na primeira, para salvar Ana e Giovana de Oliveira, sua mulher e assessora da artista, Gustavo se lança sobre o fã para tentar tomar-lhe a arma. Nesse momento, há o primeiro disparo e Giovana é atingida. Em seguida, ela e Ana saem do quarto e a porta se fecha.

Ana Hickmann se manifestou pelas redes sociais sobre a situação (foto: Reprodução / Instagram)
Ana Hickmann se manifestou pelas redes sociais sobre a situação (foto: Reprodução / Instagram)


Na segunda parte, Gustavo dá uma rasteira em Rodrigo, cai em cima dele e os dois lutam por minutos. Um segundo tiro é disparado quando Gustavo faz um movimento com as mãos para tentar tirar a arma de Rodrigo. O disparo queima a mão do cunhado da apresentadora, que fica com a marca do tambor da arma, com lesões de primeiro e segundo graus, mas a bala atinge o teto do quarto. Depois, Rodrigo é atingido por três tiros derradeiros, em um intervalo de apenas três segundos. Antes, Gustavo ainda tentou tirar a arma mordendo o braço de Rodrigo, o que foi comprovado na necropsia. A perícia indicou que pelo menos no primeiro disparo eles ainda estavam em luta.


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