Mariana - Marta Freitas, diretora de Saúde do Trabalhador da Secretaria de Estado de Saúde (SES), disse nesta quinta-feira, em Mariana, que a tragédia de rompimento da Barragem do Fundão, em 5 de novembro, afetou de maneira grave as condições emocionais da população dos distritos atingidos pela lma e também funcionários da mineradora Samarco. Segundo a técnica, o aumento do consumo de remédios contra problemas psicológicos está sendo investigado, bem como suicídios e tentativas de suicídios.
De acordo com Martas Freitas, chegaram às autoridades informações de que três pessoas teriam se matado e oito atentado contra a própria vida. As afirmações foram feitas durante seminário em que represeantes da ONU, da Fundação Oswaldo Cruz e de outros órgãos de pesquisa farão um balanço da situação da região destruída pela tragédia de novembro do ano passado. O rompimento da represa da Samarco, que hoje completa seis meses, é o maior desastre socioambiental do Brasil.
SAMARCO Em nota, a Samarco informou que "não teve acesso ao levantamento da Secretaria de Estado de Saúde nem ao histórico de casos registrados na região antes do rompimento da barragem." A empresa disse ainda que "contratou 27 profissionais de saúde, entre eles psicólogos e assistentes sociais, para atendimento às pessoas afetadas em Mariana e Barra Longa. Não há nenhum registro de mortes nos quadros da Samarco nos últimos seis meses em Minas Gerais."
De acordo com Martas Freitas, chegaram às autoridades informações de que três pessoas teriam se matado e oito atentado contra a própria vida. As afirmações foram feitas durante seminário em que represeantes da ONU, da Fundação Oswaldo Cruz e de outros órgãos de pesquisa farão um balanço da situação da região destruída pela tragédia de novembro do ano passado. O rompimento da represa da Samarco, que hoje completa seis meses, é o maior desastre socioambiental do Brasil.
SAMARCO Em nota, a Samarco informou que "não teve acesso ao levantamento da Secretaria de Estado de Saúde nem ao histórico de casos registrados na região antes do rompimento da barragem." A empresa disse ainda que "contratou 27 profissionais de saúde, entre eles psicólogos e assistentes sociais, para atendimento às pessoas afetadas em Mariana e Barra Longa. Não há nenhum registro de mortes nos quadros da Samarco nos últimos seis meses em Minas Gerais."
