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Estado de Minas

Polícia Civil inaugura estação de tratamento de esgoto do IML de Belo Horizonte

Situação das instalações do IML é uma antiga polêmica na capital, já que a Assembleia Legislativa de Minas Gerais já havia recebido diversas denúncias sobre irregularidades no local


postado em 07/04/2015 16:51 / atualizado em 07/04/2015 17:19

Desde 2012, Estado investiu cerca de R$ 2 milhões em reformas na estrutura física e funcional do IML(foto: Polícia Civil/Divulgação)
Desde 2012, Estado investiu cerca de R$ 2 milhões em reformas na estrutura física e funcional do IML (foto: Polícia Civil/Divulgação)
Depois de várias denúncias e discussões na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), a Polícia Civil inaugurou nesta terça-feira a Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) do Instituto Médico Legal (IML) de Belo Horizonte. A obra, construída em parceria com a Copasa, custou cerca de R$ 40 mil ao Governo do Estado e visa garantir o descarte correto dos resíduos produzidos no local.

Desde 2012 a Comissão de Segurança Pública da ALMG passou a receber denúncias sobre as condições insalubres em que as instalções do IML da capital se encontrava. Na época, o deputado Washington Fernando Rodrigues (PDT), chegou a dizer o local de trabalho dos funcionários eram insalubres e que a estrutura do prédio estaria precária e sucateada. No edifício, construído em 1978, foram encontradas várias infiltrações. Além disso, os alojamentos dos servidores não separavam homens e mulheres e os armários estavam quebrados.

Conforme a Polícia Civil, nesta terça-feira o superintendente de Polícia Técnico-Científica da corporação, André Roquette, que era diretor do IML à época do início das obras explicou a importância da ETE. “Fizemos um treinamento dos servidores quanto aos manuseios na sala de necropsia e nos laboratórios. Como a redução de material sólido e químico despejado na rede de esgoto foi percentualmente pequena, partimos para a construção da ETE”, disse.

Em 2012, uma ação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) obteve uma liminar que obrigava o IML de Belo Horizonte a adaptar sua estrutura de descarte de resíduos sólidos e esgoto, ou pagar multa diária de R$ 10 mil por danos ao meio ambiente. Durante inspeção feita por promotores ao prédio, foram encontradas paredes mofadas, janelas com defeito, além de infiltrações e problemas elétricos. Um cômodo onde funcionava uma lavanderia servia de alojamento para um auxiliar de necropsia.

Hoje, o superintendente pontuou também que, a partir de 2012, o Estado investiu cerca de R$ 2 milhões em uma série de reformas na estrutura física e funcional do IML e que além das obras, foram reformulados os sistemas de atendimento ao público e aos demais parceiros que se relacionam diariamente com o instituto.


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