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Estado de Minas

Morte de mulher pelo vírus H1N1 é confirmada em Alfenas

Vítima tinha 48 anos e morreu na semana passada. Exame foi realizado pela Fundação Ezequiel Dias, na Capital


postado em 01/09/2014 14:59 / atualizado em 01/09/2014 15:06

Uma mulher de 48 anos morreu em Alfenas, Região Sul de Minas, vítima do vírus da gripe H1N1. A informação foi confirmada pela Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, na tarde desta segunda-feira. De acordo com a prefeitura do município, o exame foi realizado pela Fundação Ezequiel Dias (Funed), em Belo Horizonte.

A gripe H1N1 é uma doença contagiosa com complicações, transmitida através de uma simples tosse, espirro ou contato direto com objetos contaminados. A Secretaria Municipal de Saúde de Alfenas informou que amplia o grupo para vacinação contra a gripe. Procure uma sala de vacina mais próxima e não esqueça o cartão de vacinação.

Morte em Poços de Caldas

Em agosto deste ano, foi confirmada primeira morte do ano pela doença. Desta vez, a vítima foi uma mulher de 35 anos residente na cidade de Poços de Caldas, Sul de Minas Gerais. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde.

A paciente foi internada no Hospital Santa Lúcia no dia 8 de junho, onde deu entrada com um quadro de síndrome respiratória aguda grave. O material recolhido nos exames feitos pela paciente foi analisado em Belo Horizonte e o resultado confirmou a contaminação por H1N1. Quando morreu, a mulher já estava há mais de 60 dias no hospital, na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela teve infecções secundárias bacterianas e outras complicações.

Somente neste ano, Poços de Caldas recebeu 20 notificações de casos de síndrome respiratória aguda grave, dos quais seis deram positivo para H1N1. Entre eles, o da paciente que morreu no mês passado.

Campanha de imunização

Em 2014, foi feita uma campanha de vacinação contra a gripe em 147 centros de saúde de Belo Horizonte. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), o objetivo era imunizar até 80% do público alvo, formado por crianças entre seis meses e cinco anos de idade, pessoas com 60 anos ou mais, profissionais de saúde, povos indígenas, gestantes, presos e funcionários do sistema prisional.


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