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Estado de Minas

Hospital Felício Rocho planeja expansão do atendimento

Unidade de referência em Minas, Hospital Felício Rocho prepara implantação de projeto de ampliação com novo prédio para mais 170 apartamentos. Meta é levantar R$ 80 milhões


13/10/2011 06:29

Novo edifício de 13 andares tem custo estimado de R$ 50 milhões, além de R$ 30 milhões para equipamentos
Novo edifício de 13 andares tem custo estimado de R$ 50 milhões, além de R$ 30 milhões para equipamentos (foto: Arquivo EM)
 

Perto de comemorar 60 anos, em 2012, o Hospital Felício Rocho (HFR) trabalha para crescer. Sua reestruturação inclui a construção de um edifício com 13 andares e dois subsolos, numa área de 15 mil metros quadrados. Serão 170 novos apartamentos, além de ambulatórios, clínicas e serviços ampliados para clientes privados, conveniados e pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Hoje, por mês, entre 8 mil e 10 mil pessoas de toda a Minas Gerais são atendidas no hospital, que fica no Bairro Prado, Região Noroeste de Belo Horizonte. Mantido pela Fundação Felice Rosso, entidade privada sem fins lucrativos, o HFR busca levantar recursos de R$ 80 milhões para alcançar título de excelência junto ao Ministério da Saúde.

O médico Pedro Pires Neto, diretor técnico e científico do HFR, está otimista. Há quatro anos em cargo de direção, diz que o Felício Rocho durante muito tempo foi uma das principais referências de bom atendimento na capital e em todo o estado. “Precisamos manter o hospital onde ele sempre esteve”, afirma o gestor. Fundado em 1952, o HFR é considerado de grande porte, com aproximadamente 1,5 mil internações por mês. Conta com 450 médicos efetivos e 1.719 funcionários, além de residentes e estagiários em diversas atividades. Em 2010, foram investidos mais de R$ 10 milhões em equipamentos de alta tecnologia.

“Nossa vontade é de que até o fim de 2013, início de 2014, a gente consiga ter as obras concluídas”, almeja Pedro Pires. “Há cerca de duas semanas, estivemos em Brasília, com nossos três senadores, Aécio Neves (PSDB), Clésio Andrade (PR) e Zezé Perrela (PDT), e recebemos o apoio deles”, diz o diretor do HFR. O médico chama a atenção para a importância de um hospital de excelência em Minas Gerais, a exemplo do Sírio-Libanês e do Albert Einstein, em São Paulo.

Por meio dos recebimentos do SUS, convênios e particulares, o hospital mantèm as contas em dia. Para as ampliações, calcula-se que são necessários cerca R$ 50 milhões para a edificação e outros R$ 30 milhões para instrumentalização.


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