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Estado de Minas

Estudantes estão em contagem regressiva para Olimpíada Brasileira de Matemática

Disputa será em novembro e reúne alunos dos ensinos fundamental, médio e universitário de instituições públicas e privadas


postado em 03/07/2019 14:53 / atualizado em 03/07/2019 15:14

Da esquerda para a direita, Vanilda Soares (professora de matemática), João Pedro Smolinski, Pedro Henrique Silveira, Benjamin Schneider, Marcelo Mares (professor de matemática) e Eduardo Fabiano Neves (foto: Neusa Rocha/Divulgação )
Da esquerda para a direita, Vanilda Soares (professora de matemática), João Pedro Smolinski, Pedro Henrique Silveira, Benjamin Schneider, Marcelo Mares (professor de matemática) e Eduardo Fabiano Neves (foto: Neusa Rocha/Divulgação )

Estudantes que vão disputar a 41ª Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM) estão em contagem regressiva para a disputa, que este ano será em novembro. Para Vanilda Soares de Moura e Silva, coordenadora de matemática do Colégio Neusa Rocha, na Região da Pampulha, a participação dos estudantes nas olimpíadas de matemática, tanto na OBMEP, na OBM e na OMM, proporciona uma excelente experiência, pois promove o contato entre alunos de diferentes instituições, públicas e privadas, o que estimula uma competição saudável e instigante. “É nas olimpíadas que os alunos se deparam com questões que ultrapassam os padrões dos livros didáticos e que desafiam o raciocínio lógico”, comenta.

Eduardo Fabiano Neves, do 8º ano do ensino fundamental, é medalhista de ouro da Olimpíada Mineira de Matemática (OMM/2018), prata na Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP/2018) e bronze na mesma disputa em 2017. “O interesse pela matemática sempre esteve presente na minha família. Quando participei pela primeira vez, na OBMEP de 2017, não tinha altas expectativas, mas fui medalhista e me encantei com o projeto, que mostra as belezas matemáticas para tantas pessoas”, diz Eduardo.

NA PRÁTICA
Para João Pedro Moreira Smolinski, prata na OMM/2018; bronze na OBMEP/2017 e 2018;  bronze na OBM/2018, “ao fazer as Olimpíadas, não há nada a perder, só a ganhar. É uma oportunidade incrível de colocar o meu conhecimento em prática, ou buscar o conhecimento necessário para concluir a questão que mais me desafiou”.
Benjamin Schneider, medalhista de bronze na OMM/2018 e menção honrosa na OBMEP/2018, diz que participa das olimpíadas “porque gosto de pensar e racionalizar. Também aprendo muito sobre a matemática e a vida.”

DICAS Para os professores Marcelo Mares Veloso e Bruna Karla Fidelis, a disputa agrega motivação e enorme aprendizado aos alunos, porque revela a matemática como uma disciplina estimulante e lúdica. Mais experientes, eles dão dicas para quem quer se dar bem no torneio. São elas:

- Criar uma rotina de estudos.
- Acessar as páginas das olímpiadas dos anos anteriores e refazer todas as provas.
- Ler sempre com muita atenção, ficando atento a todos os dados fornecidos.
- Usar todo o tempo da prova e todo o tipo de conhecimento que você tem.
- Resolver primeiro as questões de conteúdos que você tem mais afinidade.
- Ter paciência, confiança e persistência, pois o resultado virá, mais cedo ou mais tarde.
- Acessar as páginas da OBMEP e OMM como forma de treinar as questões.
- Praticar a plataforma Khan Academy.
- Ao fazer a prova de uma Olimpíada, começar pelas questões mais simples.
- Nunca deixar questões sem marcar.

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