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Estado de Minas

Unifei e UFMG estão entre as 800 melhores universidades em seleção inglesa

THE avaliou as 1 mil melhores instituições do mundo. O ranking analisa as instituições individualmente, até a posição de número 200


postado em 11/05/2018 06:00 / atualizado em 11/05/2018 07:45

Laboratório do Núcleo de Geração Termelétrica da Unifei: universidade de Itajubá é a 98ª entre as instituições de países emergentes (foto: Unifei/Divulgação - 30/11/13)
Laboratório do Núcleo de Geração Termelétrica da Unifei: universidade de Itajubá é a 98ª entre as instituições de países emergentes (foto: Unifei/Divulgação - 30/11/13)

A Universidade Federal de Itajubá (Unifei), no Sul de Minas, é a melhor instituição de educação superior do estado e a quinta melhor do país aos olhos da publicação inglesa Times Higher Education (THE), uma das mais respeitadas avaliações de ensino superior. Ela faz parte de um seleto grupo de 10 universidades brasileiras que aparecem no ranking das 800 melhores instituições do mundo. Atrás, está a Federal de Minas Gerais (UFMG), a maior universidade do estado. No recorte dos países emergentes, a Unifei se mantém como quinta colocada, enquanto a UFMG perde uma posição e vai para o sétimo lugar.

O THE avaliou as 1 mil melhores instituições do mundo. O ranking analisa as instituições individualmente, até a posição de número 200. A partir disso, deixa de considerá-las de forma única e passa a fazê-lo por grupos. Em 2016, a lista contava com 18 brasileiras entre as 800 melhores universidades. A Universidade de São Paulo (USP) segue como a primeira do país, em um grupo que está entre 251 e 300 melhores universidades e se mantém no mesmo pelotão do ano passado.

No topo da lista, estão instituições inglesas: universidades de Oxford e Cambridge. Empatadas em terceiro lugar, o Instituto de Tecnologia da Califórnia a Universidade Stanford. Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e Harvard aparecem em quarto e quinto lugares, respectivamente.

Unifei e UFMG estão no grupo que vai de 601 a 800. Outras duas mineiras são mencionadas: as universidades federais de Lavras (Ufla), no Sul de Minas, e de Ouro Preto (Ufop), na Região Central, estão na faixa que ultrapassa a 1.000ª posição. A Ufla já figurou ao lado da Federal de Viçosa (UFV) – que este ano nem aparece na lista –, no grupo que vai de 601 a 800.

Em outro levantamento, a publicação analisou o desempenho de 350 instituições de 42 países emergentes. A China roubou a cena, com cinco universidades entre as top 10. A melhor colocação do Brasil é com a USP, em 14º lugar. A Unifei se destaca em 98ª posição, enquanto a UFMG está em 150ª. A avaliação do THE considera aspectos de ensino, pesquisa, a transferência de conhecimento e internacionalização. De acordo com a publicação, os top 1 mil representam não mais que 5% das 20 mil instituições de ensino superior mundo afora.

A Unifei e a UFMG foram procuradas para comentar o ranking, mas, até o fechamento desta edição, não haviam se manifestado. 

 

 

Universidades na balança


Confira o resultado do levantamento internacional

RANKING MUNDIAL

1º – Universidade de Oxford
2º – Universidade de Cambridge
251- 300 – Universidade de São Paulo (USP)
401-500 – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
501-600 – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
601-800 – Universidade Federal do ABC (UFABC)
601-800 – Universidade Federal de Itajubá (Unifei)
601-800 – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
601-800 – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
601-800 – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

 

 

 

OS MELHORES ENTRE OS PAÍSES EMERGENTES

1º – Universidade de Pequim
2º – Universidade de Tsinghua
14º – Universidade de São Paulo (USP)
33º – Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)
61º – Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC Rio)
92º – Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
98º – Universidade Federal de Itajubá (Unifei)
131º – Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
150º – Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
153º – Universidade Federal do ABC (UFABC)
Fonte: Times Higher Education (THE)

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