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Estado de Minas

Técnico-administrativos da UFMG e Cefet aceitam proposta de reajuste

IFMG e UFVJM também aceitaram a proposta do governo federal. No entanto, decisão sobre quando a categoria volta ao trabalho só será tomada após uma reunião com a Federação, em Brasília


postado em 18/09/2015 12:51 / atualizado em 18/09/2015 14:11

Os técnico-administrativos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Cefet, Instituto Federal de Minas Gerais (IFMG) e da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) aceitaram a proposta de reajuste do governo federal. A decisão foi tomada na manhã desta sexta-feira durante uma assembleia da categoria no câmpus Pampulha da UFMG. No entanto, a categoria segue mobilizada e ainda não há previsão para a volta ao trabalho.

Mais cedo, a assessoria de imprensa do Sindicato dos Trabalhadores das Instituições Federais de Ensino (Sindifes) chegou a informar que a categoria aprovou o fim da greve, mas a informação foi retificada por volta das 14h. Na verdade, os trabalhadores aceitaram a proposta de reajuste salarial oferecida pela União de 10,8% em dois anos, mais reajuste de benefícios.

O retorno ao trabalho depende da orientação da Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra). Isso porque a instituição vai analisar os resultados das assembleias de cada base do país e, a partir daí, decidir em reunião se assina a proposta com o governo, o que deve levar alguns dias.

Os técnico-administativos das instituições aderiram à greve nacional ainda em maio. Entre as reivindicações da categoria estão a reposição de perdas e aprimoramento da carreira, reajuste salarial de 27,3%, turnos contínuos com redução da jornada de trabalho para 30 horas, sem ponto eletrônico e redução de salário, revogação da lei que cria a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para gerir os hospitais universitários das instituições e processo eleitoral paritário para escolha de gestores nas universidades públicas. Os trabalhadores também protestam contra a terceirização.

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