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Estado de Minas

Empresários estão otimistas com 2019

Entre as prioridades do país, 93% dos empresários defendem que o Estado deve ter como foco principal a segurança pública


postado em 22/11/2018 06:00 / atualizado em 22/11/2018 09:15


Um estudo realizado pela consultoria Deloitte entre os dias 29 de outubro e 5 de novembro – portanto, após as eleições –, revela que os principais empresários e executivos brasileiros estão otimistas com o futuro do país. De acordo com o levantamento, 80% dos entrevistados acreditam que as vendas vão aumentar em 2019, enquanto 97% afirmam que vão realizar algum tipo de investimento no ano que vem, como lançamento de produtos ou adoção de novas tecnologias. Entre as prioridades do país, 93% defendem que o Estado deve ter como foco principal a segurança pública. Outro dado que chamou a atenção diz respeito às expectativas para o quadro de funcionários. Apenas 7% dos entrevistados pretendem diminuir o número de colaboradores. Destes, 46% farão isso em virtude da robotização de processos. Para publicar o estudo, a Deloitte entrevistou executivos de 826 empresas brasileiras, que tiveram receitas somadas de R$ 2,8 trilhões em 2017, o equivalente a 43% do PIB no período.

Ikea só não vem para o Brasil
A sueca Ikea, maior rede de lojas de móveis do mundo, está disposta a conquistar o planeta inteiro – menos o Brasil. Nesta semana, a empresa anunciou que vai inaugurar em 2020, na cidade de Manila, nas Filipinas, sua maior unidade, com 65 mil metros quadrados. Há alguns dias, o grupo havia divulgado novos investimentos na Índia e no Japão e planos de negócios para a América do Sul em países como Chile, Colômbia e Peru. Por enquanto, o Brasil continua fora do radar da empresa.

Dono da Zara compra edifícios da Amazon
O espanhol Amancio Ortega (foto), dono da Zara e quinto homem mais rico do mundo, vai pagar 650 milhões de euros por dois prédios ocupados pela Amazon em Seattle, nos Estados Unidos. Trata-se da maior aquisição de Ortega em território americano e a segunda mais cara já feita por ele, só atrás dos 680 milhões de euros que pagou para levar um edifício em Londres onde estão sediadas marcas icônicas como a revista The Economist e o serviço de streaming de música Spotify.

Renault-Nissan mira finanças de seus executivos
Depois que o todo-poderoso chairman do grupo Renault-Nissan, Carlos Ghosn (foto), foi preso no Japão sob a acusação de esconder informações do fisco, a companhia fará um pente-fino na vida financeira de todos os seus executivos de alto escalão, inclusive no Brasil. A ordem é rastrear indícios de irregularidade para exigir o cumprimento do código global de conduta da montadora. Especialistas acreditam que o caso Ghosn será um marco no combate a desvios de comportamento no ambiente corporativo.

RAPIDINHAS

- A GM garante que serão necessários apenas R$ 49 para abastecer seu novo modelo a ser lançado no Brasil, o Bolt. Esse é o valor que o dono do carro gastará para recarregar o modelo elétrico na tomada. O único problema é o preço do veículo: ele será vendido, no início de 2019, por R$ 175 mil.

- A brasileira Technos, centenária fabricante de relógios, está conseguindo superar as dificuldades apesar da forte queda das vendas do acessório no mundo inteiro. No terceiro trimestre, a empresa reduziu seu prejuízo de R$ 7 milhões para R$ 3,7 milhões. Com o advento dos smartphones, os relógios perderam espaço.

- Apesar de ser relativamente novo, com menos de três anos de existência, o mercado de integração de e-commerce vai movimentar US$ 750 milhões em 2018, com expectativa de chegar ao patamar de US$ 2 bilhões até 2023. As projeções são do CEO da empresa LinkAPI, Thiago Lima, que aposta na popularização dos chamados e-lojistas.

- Se você acha que a internet 4G é rápida, espere para conhecer a tecnologia de conexão 6G que está sendo desenvolvida na China. Segundo reportagem do jornal Securities Times, a inovação é ideal para países de vastas extensões territoriais, como Rússia e Brasil, porque exige menos antenas para cobrir grandes áreas. A novidade estreia em 2020.

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