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Estado de Minas

Vendas de veículos crescem 40% em abril


postado em 02/05/2018 12:00 / atualizado em 02/05/2018 07:52

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A indústria automobilística não para de surpreender em 2018. Nos próximos dias, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) vai divulgar seus indicadores. E eles virão fortes. Segundo Antonio Megale, presidente da entidade, as vendas gerais (incluem carros, comerciais leves e caminhões) avançaram 40% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, chegando a 220 mil unidades. O mercado de caminhões acelera em ritmo frenético: alta de 78% ante abril de 2017, com um total de 6,2 mil veículos emplacados. Os números são um sinal claro do reaquecimento da economia. “Se vende caminhão, o PIB vem junto”, diz Megale. Com o aumento das vendas e da produção, o executivo afirma que várias montadoras planejam a abertura de mais um turno. A boa notícia terá impacto nos empregos. Estima-se que o setor realizará 1,2 mil contratações em maio, marca respeitável depois de um longo período de cortes e ajustes.

Novas rotas nordestinas
da Air France-KLM

O grupo aéreo europeu Air France-KLM elegeu o Brasil como a prioridade de seus planos de expansão. Depois de ligar Paris a Fortaleza, no Ceará, em voos diretos com sua companhia de baixo custo Joon – que oferece passagens entre 10% e 28% abaixo da média das concorrentes –, a meta agora é lançar rotas non-stop para outras capitais nordestinas ainda em 2018. A Joon disputará mercado com gigantes como TAP, Air Europa e Lufthansa.


Bancos vão entrar
na guerra dos pedágios

Os executivos das maiores empresas de pagamento eletrônico de pedágios, como Sem Parar e Conectcar, estão preocupados. E com razão. Dois gigantes do mercado financeiro, Bradesco e Banco do Brasil, anunciarão em 9 de maio uma nova empresa do segmento: a Veloe. Segundo fonte do setor, a meta é superar a marca de 2 milhões de clientes até 2022. A Veloe nasce com uma vantagem: as tags instaladas nos carros poderão ser vendidas em agências bancárias.


Azaleia quer
voltar ao jogo

O grupo calçadista Vulcabras Azaleia, dono da marca Olympikus, tentará resgatar o prestígio de sua etiqueta feminina, a Azaleia. A grife foi criada em 1958 e hoje é forte entre as consumidoras mais maduras. Para o presidente da empresa, Pedro Bartelle, a divisão não está à altura de sua reputação no mercado de moda exclusiva para mulheres. Nos próximos meses, a empresa definirá uma estratégia agressiva para reconquistar clientes e as vendas de outrora.

 

 

"Este não é um bom uso do meu tempo"

. Bill Gates
fundador da Microsoft, em resposta ao convite feito pelo presidente americano Donald Trump para que se tornasse conselheiro de ciências do país.


R$ 144,2

bilhões serão investidos em 2018 em projetos do Programa Avançar Parcerias, criado pelo governo federal para acelerar obras de infraestrutura. Os aportes serão feitos em rodovias (foto), terminais portuários, aeroportos, ferrovias, além dos setores de óleo e gás, energia elétrica e mineração.


RAPIDINHAS


» O Itaú BBA ficou em primeiro lugar em três categorias do Ranking de Financiamento de Projetos 2018 da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Considerando o valor transacionado, o Itaú ocupou o topo do pódio como assessor financeiro de financiamento (R$ 5,9 bilhões), estruturador (R$ 3,8 bilhões) e emprestador (R$ 2,5 bilhões).
 
» A La Pastina, uma das principais importadoras de bebidas e alimentos do Brasil, aposta na expansão do consumo de tintos para turbinar os negócios. Fundada em 1947, a empresa paulista pretende dobrar o portfólio da divisão de vinhos, a World Wine. Atualmente, a La Pastina comercializa 3,7 mil produtos, sendo 280 rótulos de 38 produtores.
 
» Depois da concessão de selos de origem para uvas e mangas do Vale do São Francisco, para a cachaça de Abaíra, na Chapada Diamantina, e para o guaraná de Maués, na Amazônia, chegou a vez de o cacau baiano reivindicar a denominação de origem controlada – conhecida como D.O.C.
 
» O cacau na Bahia emprega 80 mil pessoas e responde por 54% da produção nacional, de 274 mil toneladas. Com o selo, os negócios devem crescer 70%. “Essa é uma conquista dos produtores rurais, que vêm se preparando e investindo fortemente em tecnologia”, afirma Humberto Miranda, presidente da Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia.

 

 


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