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Estado de Minas

Alelo busca negócios depois da Reforma


postado em 09/04/2018 12:00 / atualizado em 09/04/2018 08:45

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Depois da aprovação da reforma trabalhista, a Alelo, gestora de cartões de benefícios com 500 mil estabelecimentos comerciais conveniados, 100 mil empresas-clientes e 8 milhões de beneficiados, não quer perder tempo. Nesta segunda-feira, a empresa organiza evento em São Paulo voltado a profissionais de RH e do setor jurídico para divulgar produtos que se tornaram mais atraentes para as empresas graças aos artigos 457 e 458 da nova legislação. Com o aumento da segurança jurídica para os empregadores, agora menos ameaçados por passivos trabalhistas na hora de oferecer benefícios e premiações por desempenho, as empresas devem procurar formas de oferecer vantagens para seus funcionários. A Alelo, sob o comando de Raul Moreira (foto), trabalha com a possibilidade de o mercado de benefícios triplicar nos próximos cinco anos. Hoje, apenas o segmento voltado à alimentação dos trabalhadores movimenta R$ 85 bilhões por ano.

Disputa de gigantes por ferrovias
Duas poderosas empresas do setor de logística ferroviária vão disputar as concessões de linhas no Brasil previstas para este ano. Segundo fonte do setor, uma delas é a americana Kansas Southern, que já arrematou a Transportación Ferroviaria Mexicana, do México, e que pretende ampliar seus ativos na América Latina. A outra é a norueguesa Norwegian State Railways (NSB), que recebeu sinal verde do fundo de pensão do governo para buscar oportunidades mundo afora.

Academia Assaí
O Assaí Atacadista, que tem nos pequenos empreendedores uma parcela importante de seu público, criou uma série de cursos gratuitos para capacitar essa turma. Chamado de Academia Assaí Bons Negócios, o programa oferece aulas presenciais, workshops temáticos, oficinas e uma plataforma on-line com todo o conteúdo dos cursos. Entre os temas abordados, estão questões que afetam a rotina dos empreendedores: formação de preço, gestão de estoque, canais de venda e fidelização de clientes, entre outros.


Air Europa no Brasil rentável

 

A companhia espanhola Air Europa, com sede na ilha mediterrânea de Palma de Mallorca, vai transformar o Brasil na operação mais rentável do grupo em 2018. O CEO da empresa, Javier Hidalgo, confirmou que ligará em voos diretos capitais brasileiras como Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo a Madri. Com isso, a empresa pretende se posicionar como o principal competidor europeu da portuguesa TAP. “Estamos prontos para a concorrência”, afirma Hidalgo.


"O mercado não se preocupa com o candidato “A” ou “B”, mas sim com a eleição de um presidente que seja pró-reformas e que se preocupe com as contas públicas"
. César Soares,
analista da Magliano Invest

RAPIDINHAS

» Os últimos dias foram de bons negócios para a Scania. A empresa fechou a venda de veículos movidos a gás natural para a Prefeitura de Bogotá, capital da Colômbia, e para uma empresa argentina de transporte rodoviário. No ano passado, a Scania comercializou 5,1 mil caminhões e ônibus movidos a gás ou elétricos, o que representa 5,5% dos negócios da empresa.

»  A retomada está impulsionando o setor de seguros de viagem. A Global Travel Assistance (GTA) registrou aumento de 45% nas vendas entre dezembro e janeiro deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. As viagens nacionais corresponderam a 65% do percentual contratado.

»  Não é só no Brasil que propagandas na TV causam polêmica. No Reino Unido, um comercial da marca de telefone celular HTC foi proibido porque o saltador olímpico britânico Tom Daley cai na piscina com seu aparelho. Segundo os órgãos reguladores, a cena dá a falsa impressão de que o smartphone resiste ao impacto com a água e à profundidade. Se a moda pegar, quantas propagandas resistirão?

»  A rede 4G finalmente começa a avançar no Brasil. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações, em fevereiro, foram registrados 2 milhões de linhas com a tecnologia, um recorde. Em um ano, as vendas de chips 4G cresceram 61%.

1 milhão

de contas que faziam apologia ao terrorismo foram fechadas pelo Twitter desde 2015. A rede social diz que está intensificando esforços para frear grupos que pregam a violência.


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