
Em Minas Gerais, a baixa foi de 1,9%, acima da média nacional (-0,9%). Também é a quarta maior taxa negativa entre as regiões pesquisadas, atrás do Rio de Janeiro (-7,1%), Bahia (-6,4%) e Pernambuco (-2,3%). Em janeiro, a produção fabril havia crescido 6,2% em Minas e 0,3% no país.
Segundo o IBGE, os resultados recentes, tanto para Minas Gerais quanto para o Brasil, mostram um padrão de irregularidade, com alguns meses de crescimento seguidos por quedas, mas com resultados ultimamente mais expressivos na direção do recuo. Nos últimos 15 meses, foram nove resultados negativos em Minas Gerais e nove também no Brasil.
Comparação com 2014
Na comparação com fevereiro de 2014, a perda observada em Minas foi ainda maior: 10,6%, a 11ª taxa negativa consecutiva nesse tipo de confronto e a mais intensa desde agosto de 2009 (-13,3%).
Já o recuo na média nacional foi de 9,1%. Ao todo, 12 dos 15 locais pesquisados tiveram redução na produção no período. "Vale citar que fevereiro de 2015 (18 dias) teve dois dias úteis a menos do que igual mês do ano anterior (20 dias)", destacou o IBGE.
A principal influência negativa sobre a média global da indústria mineira foi observada no setor de veículos automotores (-45,2%), decorrentes da menor produção de automóveis, mas também da elevada base de comparação, uma vez que em fevereiro de 2014 essa atividade apresentava expansão de 32,6%.
No índice acumulado em 12 meses - taxa anualizada, o resultado foi uma queda de 4,6%, décimo primeiro resultado negativo consecutivo e manteve a trajetória descendente iniciada em abril de 2014.
