(none) || (none)
UAI
Publicidade

Estado de Minas

Atividade industrial tem a maior alta do ano em julho, aponta CNI

As horas trabalhadas registraram alta, de 2,6%, em julho ante junho


postado em 04/09/2014 12:49 / atualizado em 04/09/2014 13:36

Após quatro quedas seguidas, a atividade industrial registrou aumento de 2,6% frente ao mês anterior, segundo números divulgados nesta quinta-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). É a maior alta das horas trabalhadas na produção neste ano. Em junho, a atividade industrial havia recuado 4,2% (dado revisado).

Na comparação dos intervalos de janeiro a julho de 2013 e 2014, a pesquisa mostra uma retração de 2,3% nas horas trabalhadas. A pesquisa da CNI também aponta uma piora de 0,2% no nível de emprego do setor industrial em julho. Entre janeiro e julho deste ano, comparado com o mesmo período de 2013, o nível de emprego cresceu 0,7%.

O faturamento do setor de transformação apresentou uma alta de 1,3% em julho ante junho, mas pontuou recuo de 1,7% nos primeiros sete meses do ano quando comparado com o mesmo intervalo de 2013.

A massa salarial recuou 0,2% em julho, pelo quinto mês consecutivo de queda. No acumulado do ano, porém, houve um crescimento de 3,2% no rendimento do trabalhador da indústria. Já o uso da capacidade instalada subiu a 81,4% em julho ante 79,7% registrada em junho, na comparação do dados sem ajuste sazonal. Com ajuste, a capacidade instalada ficou em 81% na comparação com 80,4% em junho.


PIB da indústria

A melhoria, contudo, não deve recuperar a atividade ao longo de 2014. A CNI trabalha com uma redução de 1,7% para o PIB da indústria para o ano, ante queda de 1,5% da previsão anterior. Para o PIB apenas da indústria de transformação, a estimativa é de que haja um recuo de 2,5%. Para o PIB do País, a previsão da CNI é de crescimento de 0,5%. "Temos uma expectativa para 2014 de um resultado negativo para a atividade industrial", afirmou o gerente-executivo de política econômica da CNI, Flávio Castelo Branco.

O executivo da CNI se disse confiante em uma melhora da indústria para 2015, independentemente de qual candidato vença a corrida presidencial. "Eles (candidatos) já sinalizaram as mudanças que podem ocorrer", observou. "Mas precisamos de uma sinalização mais clara de como vão acontecer. Por exemplo, por quanto tempo será a reforma tributária", disse. (Com Agência Estado)


receba nossa newsletter

Comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Cadastro realizado com sucesso!

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade

(none) || (none)