O mês de janeiro é marcado pelos impostos e outras despesas típicas de início de ano para o consumidor. Ainda assim, de acordo com dados da Serasa Experian, o brasileiro achou tempo e até mesmo uma reserva financeira para renegociar as pendências financeiras. Este mês, 110 mil pessoas buscaram a quitação de dívidas por meio do Limpa Nome Online, usando o ambiente virtual para entrar em contato com as empresas credoras. No total, 27 mil consumidores quitaram no primeiro mês deste ano R$ 105 milhões em pendências financeiras atrasadas.
A quantidade de brasileiros que negociaram dívidas foi 55% maior do que a registrada no mês anterior. 170 mil pessoas ainda se cadastraram em janeiro no serviço online com o objetivo de saber se possuíam pendências, acompanhar a situação financeira, ou mesmo fazer o planejamento futuro para o pagamento de dívidas.
A maior quantidade de cadastrados no Limpa Nome é a de jovens com até 30 anos – equivalente a 43% do total de usuários. Depois, com 33%, vêm consumidores de 31 a 40 anos, seguidos por pessoas de 41 a 50 anos (16%) e usuários de 51 anos ou mais (8%).
Do total de acessos ao serviço em janeiro, 39,0% vieram do estado de São Paulo, seguidos por 10,9% do Rio de Janeiro e 8,5% de Minas Gerais. O Paraná, com 5,9%, e a Bahia, com 4,8%, ocuparam respectivamente os quarto e quinto lugares. Completando a lista das dez unidades da federação que mais usaram o serviço para quitar as dívidas, vêm Rio Grande do Sul (3,8%), Distrito Federal (3,1%), Ceará (2,8%), Santa Catarina (2,7%) e Pernambuco (2,6%). Os setores mais procurados para a regularização das dívidas continuam sendo bancos e varejo.
No ar em tempo integral desde outubro do ano passado, o Limpa Nome Online oferece a oportunidade de limpar o nome sem sair de casa, aproximando as empresas credoras e as pessoas inadimplentes. Para quitar as dívidas é preciso se cadastrar no site www.serasaconsumidor.com.br. O consumidor pode negociar, para regularizar pendências financeiras, com cerca de 90 empresas de diferentes setores – entre elas, grandes bancos e financeiras, cartões de crédito, seguradoras, instituições de ensino e grandes varejistas.
