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Estado de Minas

Inadimplência do consumidor começa o ano com alta de 1,1%

É a quarta alta mensal consecutiva, segundo a pesquisa. Dívidas junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral foram as principais responsáveis pela alta


postado em 12/02/2014 09:36 / atualizado em 12/02/2014 10:53

Falta de pagamento de cartão de crédito, lojas e financeiras sobem em janeiro(foto: Jorge Gontijo/EM/D.A Press)
Falta de pagamento de cartão de crédito, lojas e financeiras sobem em janeiro (foto: Jorge Gontijo/EM/D.A Press)

O calote do consumidor subiu 1,1% em janeiro na comparação com dezembro, a quarta alta mensal consecutiva, segundo o Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor, divulgado nesta quarta-feira. Já na comparação com janeiro de 2013, houve queda de 4%, o oitavo recuo consecutivo.

As dívidas não bancárias (junto aos cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e fornecimento de energia elétrica, água etc.) foram as principais responsáveis pela alta do indicador em janeiro, com variação de 2,7%. Os títulos protestados apresentaram crescimento de 23,8%. Já a inadimplência com os bancos registraram variação negativa de 0,7% e os cheques sem fundos tiveram contribuição nula no índice de janeiro.

O valor médio da inadimplência bancária caiu 6,1% em janeiro, na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os títulos protestados também apresentaram declínio de 0,3%. Já os cheques sem fundos e as dívidas não bancárias registraram alta de 3,2% e 4,2%, respectivamente.

Os economistas da Serasa Experian, em nota divulgada, ressaltam que as quedas nas comparações interanuais vêm cada vez mais fracas nos últimos quatro meses. Passaram de -11,9% em outubro para -10,3% em novembro, -6,5% em dezembro e -4% em janeiro. "Isto sinaliza que a trajetória de declínio da inadimplência do consumidor, constituída a partir do último trimestre de 2012, pode estar se encaminhando para uma conjuntura de estabilidade", afirmam.

A desaceleração, segundo os economistas, se deve ao aumento dos juros, fraco crescimento da economia, à inflação perto do teto da meta e à diminuição do ritmo de criação de vagas no mercado formal de trabalho.


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