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Estado de Minas

CNI diz que 13 setores da indústria ganham mais em fevereiro


postado em 09/04/2013 13:22 / atualizado em 09/04/2013 13:50

O faturamento real da indústria no mês de fevereiro cresceu em 13 setores na comparação com o mesmo mês do ano passado, mas caiu em 8, segundo levantamento apresentado nesta terça-feira pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A massa salarial, de acordo com o documento, também teve expansão na maioria dos setores: 14 dos 21 considerados. A CNI identificou que há disparidades no desempenho setorial do faturamento. Segundo a Confederação, há cinco setores com crescimento acima de 6% no período de comparação: máquinas e equipamentos (16,8%), produtos diversos (12%), couros e calçados (9,9%), farmacêuticos (6,8%) e veículos automotores (6,7%).

Há setores, no entanto, com quedas de dois dígitos do faturamento no mesmo período: outros equipamentos de transportes (-32,6%), bebidas (-18,1%), têxteis (-13,3%) e derivados de petróleo e biocombustíveis (-11,5%).


Em relação à massa salarial, a CNI ressaltou que houve crescimento em alguns segmentos que chegaram até a registrar queda de faturamento. São exemplos, máquinas e materiais elétricos (+23,1%), químicos (+12,3%), e bebidas (+10,5%). O setor de móveis registrou o maior aumento da massa salarial em fevereiro (+29,6%) e relativa estabilidade do faturamento (+0,1%).

O rendimento médio real cresceu de forma semelhante à massa salarial, em 14 setores. "Dadas as variações mais amenas do emprego para grande parte dos setores industriais, o crescimento da massa salarial tem sido resultado principalmente do desempenho do rendimento médio real. A utilização da capacidade instalada cresceu para pouco menos da metade dos setores na mesma base de comparação. O ramo de bebidas foi o que demonstrou a maior expansão (8,3 pontos porcentuais) e a segunda maior alta das horas trabalhadas (+6,3%). Já o setor de derivados de petróleo e biocombustíveis chamou a atenção pela maior queda da capacidade instalada (-13,5 p.p.) e a segunda maior das horas trabalhadas (-16,2%).


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