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Estado de Minas

Emprego cresce em Minas Gerais

No país, entretanto, vagas registraram queda de 1,1%


postado em 16/03/2013 06:00 / atualizado em 16/03/2013 07:12

Com os indícios de retomada econômica neste início do ano, o emprego industrial se manteve estável em janeiro, na comparação com dezembro, quando houve queda de 0,3% sobre novembro. Apesar da estabilidade, as vagas na indústria registram queda de 1,1% ante janeiro do ano passado, segundo informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda é a 16ª consecutiva e mostra que, apesar da retomada da produção industrial no primeiro mês do ano, o emprego não reagiu no país. Já em Minas Gerais, a ocupação nas fábricas teve expansão de 0,2% em janeiro, frente ao mesmo mês de 2012, e há 10 meses, à exceção de dezembro, tem crescimento no balanço mês a mês.


No acumulado de 12 meses encerrados em janeiro, a ocupação nas fábricas mostra retração de 1,4% no país e crescimento de 0,6% em Minas Gerais. Enquanto no Brasil o indicador tem o 10º resultado negativo, no estado o último resultado negativo nesse tipo de comparação ocorreu em setembro de 2010. Além do emprego, o número de horas trabalhadas e a folha de pagamento tiveram expansão de 0,4% e de 5,7% no acumulado de 12 meses, segundo informou o IBGE. Já a folha de pagamento por trabalhador registrou queda de 1,8% em relação a dezembro, mas acumula alta de 5,1% em 12 meses.


 Na comparação com janeiro, o emprego industrial teve queda em 10 dos 14 locais pesquisados, com destaque para a retração de 4,8% no Nordeste. Segundo o IBGE, esse resultado ocorreu porque 14 dos 18 setores investigados cortaram postos de trabalho em janeiro com relação ao primeiro mês de 2012. O emprego industrial caiu também em São Paulo (-1%), Rio Grande do Sul (-3,1%), Pernambuco (-9%) e Bahia (-4,2%).


Destaques

Com aumento de vagas, além de Minas, estão Paraná (2,1%) e Santa Catarina (0,6%). A Região Centro-Oeste teve estabilidade. Em Minas, houve redução de vagas em 10 dos 18 setores pesquisados, com destaque para as indústrias de madeira (-19,2%), refino de combustíveis (11,25%) e fumo (10,7%). O emprego cresceu nos setores de calçados e couro (7,9%), minerais não metálicos (6,5%) e papel e gráfica (4,7%).


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