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Estado de Minas

Vendas no comércio varejista mineiro ficam estáveis


postado em 14/03/2013 10:30 / atualizado em 14/03/2013 11:51

O volume de vendas no comércio varejista mineiro ficou estável na comparação entre janeiro deste ano e dezembro de 2012, enquanto no Brasil houve crescimento de 0,6%. Das demais 26 unidades da federação, cinco tiveram taxas negativas: Piauí (-0,2%), Rio de Janeiro (-1,0%), Santa Catarina (-1,2%), Tocantins (-2,4%) e Espírito Santo (-3,0%). Os maiores acréscimos foram em Mato Grosso (8,5%); Mato Grosso do Sul (6,0%); Paraná (3,8%); Distrito Federal (3,7%) e Rio Grande do Sul (3,2%).

Em Minas Gerais, os resultados mostram que a atividade comercial - varejo restrito, exclusive veículos e material de construção - encontra-se, com pequenas oscilações, no mesmo nível desde abril de 2012 enquanto que no país como um todo, o crescimento no mesmo período foi de 3,4%.


Na comparação de janeiro deste ano e o mesmo mês do ano anterior, houve crescimento de 3,1% no comércio mineiro enquanto no Brasil observou-se um crescimento de 5,9%. Os resultados acumulados em 12 meses mostraram crescimento de 6,5% e 8,3%, respectivamente.

Enquanto não se observa resultados negativos para o Brasil, em Minas Gerais pode-se constatar quedas na comparação mensal - frente ao mesmo mês do ano anterior - nas atividades comerciais de
hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%), tecidos, vestuário e
calçados (-2,9%), livros, jornais, revistas e papelaria (-2,0%) e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-10,9%). Esta última atividade também apresentou resultado negativo na série acumulada em 12 meses e, nesse tipo de comparação, os resultados para o Minas vem sendo significativamente inferiores aos do país desde o início de 2012.

De maneira geral, os resultados positivos do comércio estão associados à ampliação do crédito, aos baixos índices de desemprego e ao crescimento real dos salários. Alguns setores vêm se beneficiando, também, das políticas de redução do IPI como o segmento de móveis e eletrodomésticos, veículos, motos, partes e peças - do final de maio até 31 de dezembro de 2012 - e para uma cesta de materiais de construção. No caso dos veículos, a comparação mensal de janeiro de 2013 com janeiro de 2012 apresenta, ainda, um efeito base, uma vez que ainda reflete impactos da política de incentivo à venda de veículos que não vigoravam no início do ano passado.


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