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Estado de Minas

Disputa por ilhas afeta negócios do Japão na China


postado em 18/09/2012 11:19

Inúmeras fábricas e lojas japonesas na China não puderam operar ou abrir nesta terça-feira em meio à uma onda de protestos que irrompeu contra o Japão em várias cidades chinesas por causa da disputa atual entre os dois países em torno de ilhas no mar do leste da China.

Em jogo estão bilhões de dólares em investimentos e o vasto comércio entre Japão e China, a terceira e segunda maiores economias do mundo. As duas nações são tão intimamente ligadas que estão sujeitas a graves prejuízos na hipótese de qualquer ruptura de longo prazo.

Embora as autoridades chinesas tenham aparentemente se mobilizado para conter as manifestações, o governo japonês vem pressionando Pequim para que adote mais medidas que garanta a integridade de instalações japonesas no país, segundo o chefe de gabinete do Japão, Osamu Fujimura.


"As empresas japonesas têm um importante papel para a economia e emprego na China", disse Fujimura. "Acreditamos que devemos ter calma e fazer julgamentos racionais a partir de uma ampla perspectiva", completou, ressaltando que alguns encontros dos setores privado e público, além de eventos envolvendo os dois países, foram adiados ou cancelados.

O sentimento anti-japonês na China parece estar afetando com mais força as grandes marcas do Japão, poupando parcialmente as companhias de perfil mais discreto.

O fechamento das fábricas e lojas coincidiu hoje com o 81º aniversário da invasão japonesa, que deflagrou a nova onda de manifestações na China. A disputa também chegou a Tóquio, desacelerando os negócios de lojistas que atendem turistas chineses. As informações são da Associated Press.


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