Em dia de nova intervenção cambial, o dólar comercial registrou alta de 1,20%, terminando a sexta-feira cotado a R$ 1,7326 na venda, sua maior cotação desde o dia 1º de fevereiro, quando fechou a R$ 1,7339. Assim, a moeda termina a semana com ganhos de 1,54%, apenas sua 2ª alta semanal no ano.
O governo continua tentando reduzir as quedas da moeda norte-americana frente à divisa nacional. Nesta sessão, o Banco Central anunciou limitações ao pagamento antecipado de exportações. Se a instituição não enviar o produto ao exterior em 360 dias ou o pagamento não for realizado pelo importador do produto, a operação terá a incidência de uma alíquota de 6% de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Assim, excluem-se bancos e outras instituições financeiras desse tipo de operação.
O dólar comercial fechou cotado a R$ 1,7311 na compra e R$ 1,7326 na venda, forte alta de 1,20% em relação ao fechamento anterior. Com esta alta, o dólar acumula valorização de 0,73% em março, frente à baixa de 1,55% registrada no mês passado. No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana já chega a 7,27%.
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril segue o dia cotado a R$ 1,745, forte alta de 1,04% em relação ao fechamento de R$ 1,727 da última quinta-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, opera em forte alta de 1,01%, atingindo R$ 1,756 frente à R$ 1,738 do fechamento de quinta-feira.
Já o dólar Ptax, que referencia os contratos futuros na BM&F Bovespa, fechou cotado a R$ 1,7245 na venda, alta de 0,54%. Na semana, a alta foi de 0,86%. O dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F Bovespa, registrava R$ 1,7271.
Com informações InfoMoney
