Em sua terceira alta seguida, o Ibovespa fechou com leve ganhos de 0,04% nesta quinta-feira, aos 64.593 pontos - sua maior pontuação desde 31 de maio de 2011, quando o índice fechou aos 64.620 pontos. O índice mostrou forte volatilidade durante o dia, chegando a subir 0,44% e descer 0,53% na sua máxima e mínima do intraday, respectivamente. O giro financeiro foi de R$ 8,0 bilhões.
Apesar desse dia volátil, o noticiário foi predominantemente positivo. No noticiário internacional, a China demonstrou interesse em ajudar a Europa. Além disso, a agência de classificação de risco Standard & Poor's afirmou que o continente deverá superar a recessão já no segundo trimestre desse ano. Outro ponto a favor para os investidores foi a sinalização dos governos europeus acerca da possibilidade de aceitar prejuízo com a dívida grega.
O mercado também refletiu referências norte-americanas com o discurso de Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, afirmando que a economia norte-americana mostrou sinais de melhora nos últimos meses. Contudo, Bernanke também afirmou que a dívida pública está se tornando um problema cada vez maior para o país.
Em sua terceira queda seguida, o dólar comercial registrou queda de 0,70%, fechando cotado a R$ 1,7218 na venda - renovando seu menor patamar desde 31 de outubro de 2011, quando a moeda fechou a R$ 1,7031. O cenário econômico contribuiu para aumentar o apetite dos investidores por ativos de maior risco, tirando a atratividade da moeda norte-americana - considerado um investimento seguro.
