
Segundo o sindicato mineiro, a greve continua por tempo indeterminado, já que desde o início da greve, na terça-feira da semana passada, a Federação Nacional de Bancos (Fenaban) não apresentou nova proposta além da que prevê reajuste salarial de 8%, rejeitada pela categoria. Os bancários argumentam que o percentual é baixo e significa apenas 0,56% de aumento real. Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8%, um aumento de 5% sobre a inflação.
A categoria também quer maior participação nos lucros e resultados e elevação do piso salarial. “O salario inicial dos bancários brasileiros é menor que o piso dos trabalhadores argentinos e uruguaios. Isso é um absurdo, uma vez que os bancos brasileiros estão entre os maiores e mais lucrativos do continente”, reclamou o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro.
Protestam continuam
Os trabalhadores voltam a protestar na manhã desta terça-feira em frente ao prédio do Banco do Brasil, na rua Rio de Janeiro, 750, no centro da capital, para decidir sobre os rumos da greve.
