Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas FORA DA CAIXA

Funcionários estão prontos para se qualificarem, mas empresas não sabem integrar o talento com a automação


postado em 08/02/2020 04:00 / atualizado em 07/02/2020 21:48

Segundo a diretora de gestão de talentos da Willis Towers Watson para a América Latina, Glaucy Bocci (foto), as organizações brasileiras investem em automação, esperam mudanças em sua força de trabalho, mas não sabem como integrar a automação com os seus talentos(foto: ARQUIVO PESSOAL)
Segundo a diretora de gestão de talentos da Willis Towers Watson para a América Latina, Glaucy Bocci (foto), as organizações brasileiras investem em automação, esperam mudanças em sua força de trabalho, mas não sabem como integrar a automação com os seus talentos (foto: ARQUIVO PESSOAL)

O mundo do trabalho entrou em uma nova fase. A automação está em toda parte. Dentro de três anos, mais de 90% das empresas usarão da automação para executar o seu trabalho. O receio dos empregados é alto, dois em cada cinco temem que a sua função seja extinta ou executada por robôs, mas estão prontos para se requalificar. As conclusões são de estudo global realizado pela consultoria Willis Towers Watson com 1.014 organizações de 40 setores, em 44 países, incluindo o Brasil.

Embora exista um contingente consciente da necessidade de novas habilidades, empresas podem não aproveitá-las da melhor forma. Segundo a diretora de gestão de talentos da Willis Towers Watson para a América Latina, Glaucy Bocci, as organizações brasileiras investem em automação, esperam mudanças em sua força de trabalho, mas não sabem como integrar a automação com os seus talentos.

No Brasil, do total de empresas entrevistadas, apenas 33% se descreveram como eficazes em reter talentos; 24% em recompensar as pessoas por ideias inovadoras que fazem os negócios crescerem; 33% em atrair talentos com habilidades tecnológicas; e 21% em integrar a automação com o talento. Todos os índices são inferiores à média global: 49%, 48%, 42% e 29%, respectivamente. “O modelo mental de gestores precisa mudar”, destaca Glaucy. Esses líderes deverão ser capazes de combinar inovação e capacitação digital na gestão dos negócios.

O estudo também apontou que, em um cenário em que empresas já substituíram ou automatizaram tarefas humanas repetitivas, passam a ser tendência o redesenho de cargos, as novas modalidades de trabalho e a remuneração das novas profissões, por exemplo. “Se os líderes não mudam, as organizações também não mudam. Se elas não revisitarem suas estruturas terão problemas de competitividade nos próximos três a cinco anos”, afirmou Glaucy.

(foto: DIVULGAÇÃO)
(foto: DIVULGAÇÃO)

''Persistência e resiliência são as palavras-chave do empreendedor. Não importa o quanto você precisa batalhar, serão incontáveis os desafios e superações, mas certamente valerão a pena''

Renato Ramalho, CEO da KPTL, maior gestora de fundos de capital de risco no Brasil, com cerca de R$ 1 bilhão em gestão de ativos e 46 empresas investidas

Capacitação on-line


O Brasil está entre os cinco maiores mercados da plataforma de aprendizagem on-line Udemy. Desde que chegou no país, em 2015, já foram consumidos mais de 2,5 milhões de minutos de vídeo em português. O número de alunos registrados em 2019 cresceu 80% em relação ao ano anterior – a empresa não revela outros detalhes para o mercado brasileiro. No mundo, são 33 milhões de minutos disponíveis na plataforma, mais de 50 milhões de estudantes (mais de dois terços de fora dos Estados Unidos), 150 mil cursos, 57 mil instrutores, 65 idiomas. "A expectativa da Udemy no Brasil para 2020 é seguir conquistando alunos e instrutores e, ao mesmo tempo, aumentar o número de clientes corporativos", afirmou Sergio Agudo, diretor da Udemy para a América Latina.

Fidelidade no transporte público


A startup mineira Ecobonuz será uma das três representantes brasileiras no Move 2020, um dos maiores eventos mundiais sobre mobilidade urbana, a se realizar em Londres em 11 e 12 de fevereiro. Apresentará seu case “Reinvestindo nos clientes: recompensas para fidelização no setor de transporte de passageiros”, sobre o primeiro programa de relacionamento criado para o usuário do transporte público do Brasil. Está presente em Minas, São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná e Pernambuco.

Agenda


O tema da Feira de Máquinas, Implementos e Insumos Agrícolas (Femagri) 2020 é “Cooperativismo trazendo tecnologia, gestão e confiança à cafeicultura”. Realizada por uma das maiores cooperativas de cafeicultores do mundo, a Cooxupé, ocorre de quarta (12) a sexta (14), em Guaxupé.

A consultoria global Deloitte realiza, na quarta (12), o CFO Program – encontro regional para executivos da área de finanças e controladoria. Pela primeira vez em Belo Horizonte, traz os temas cybersecurity e reforma tributária. Saiba mais no site cfoprogram.com.br.
 

Compartilhe no Facebook
*Apenas para assinantes do Estado de Minas

Publicidade