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Estreia da 23ª Mostra Curta Circuito está confirmada para 16 de maio

A artista Cláudia Liz e os críticos Daniel Salomão Roque e Donny Correia participam da abertura, com exibição do filme 'As feras', de Walter Hugo Khouri


30/04/2023 04:00 - atualizado 29/04/2023 02:28

Sentada na mesa ao lado de uma vela, Daniela Fernandes, com turbante e roupa de astróloga, mostra carta
Daniela Fernandes, diretora da Mostra Curta Circuito, que vai abordar o tema "Amores brasileiros" (foto: ValWander Fotografia/divulgação)


Esta coluna sempre foi fã da mostra Curta Circuito, que traz à tona, por meio de temas variados, a história do cinema brasileiro. Além da exibição de filmes, há debates com atores, atrizes e cineastas. Por isso, o anúncio da 23ª edição para o período de 16 de maio a 25 de julho soa como boa notícia para o audiovisual. Mesmo com a pandemia, o projeto continuou de forma on-line.

Realizada pela Le Petit, a próxima edição terá o tema “Amores brasileiros”, com exibição de sete longas-metragens clássicos sempre às terças-feiras, às 19h30, no Cine Humberto Mauro do Palácio das Artes. Na estreia, participam de roda de conversa a atriz Cláudia Liz e os críticos Daniel Salomão Roque e Donny Correia. Eles vão comentar o filme “As feras” (1995), dirigido por Walter Hugo Khouri. Até julho, o Curta Circuito trará a BH destaques do cinema nacional, como as atrizes Flávia Monteiro e Louise Cardoso, o ator Igor Cotrim e o cantor Marcelo Costa.

Em 2020 e 2021, o Curta teve sessões on-line. No ano passado, as apresentações presenciais foram compactas, com agenda de quatro dias e três sessões em cada um deles. “Fico feliz em ver a vida sendo retomada normalmente”, afirma Daniela Fernandes, diretora da mostra. A edição deste ano também será marcada pela despedida da curadora Andrea Ormond, que participou do projeto desde 2017.

Daniela Fernandes acredita que a pandemia foi o maior desafio enfrentado ao longo das 23 edições. Mas reconhece: depois de enfrentar a dificuldade de adaptar sua dinâmica agenda para o formato on-line, o Curta soube aproveitar algumas ferramentas, como o podcast, e incorporá-las à programação.  “É complicado um festival que dure tanto  tempo. Por isso, é gratificante saber que estamos há 23 anos sendo uma janela do cinema brasileiro”, comemora.

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